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sábado, 10 de janeiro de 2009

Reforços continuam por anunciar

Jornalistas experientes a dizer adeus ao DE e à Sábado para se juntarem à tribo do Martim Avillez Figueiredo.

E há mais. A investigar.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

E vai mais um...

Já perdi a conta aos lançamentos e relançamentos que o DE fez do seu site. Lá vai mais um para ver se apanha o comboio que perdeu à nascença do negocios.pt, corria o ano de 97. Já nem digo ir na locomotiva, mas pelo menos ir num atrelado que viaje no mesmo horário e à mesma velocidade que o negocios.pt, embora também a plataforma, design e funcionalidade deste último esteja a sofrer a erosão do tempo.

Desta vez, é DE mais Smec, tudo num. Logo uma nota positiva à partida. Finalmente acertaram no nome. Económico soa melhor e o url fica muito mais simples assim.

O site surge num formato igoogle, moderno, com os conteúdos ainda por afinar. Muito verde para comentários definitivos.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

A mudança do dia

Na semana passada, por ocasião do almoço do Lisbon International Club, em que o convidado do clube presidido por Manuel Ramalho foi o ministro Mário Lino, tive a ocasião de saber algumas novidades da Lusa.
Eu, antes do almoço, estive junto do João Marcelino, director do Diário de Notícias, a ouvir alguns projectos e ideias da nova equipa da Lusa, liderada pelo meu bom amigo Luís Miguel Viana que, de facto, está a construir uma grande equipa e com resultados muito positivos.
Entusiasmado, estava o António Costa que nos contava a sua experiência. Hoje, vejo na Briefing, em peça assinada pelo Rui Camarinha e Carlos Martinho, logo reputo de credível a notícia, que o António vai deixar a sub-direcção de informação da agência do Estado e aceitar a liderança do Diário Económico.
É um bom jornalista, credível, a quem desejo felicidades nesta nova tarefa, agora que a Económica foi comprada por Nuno Vasconcelos.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Nuno Vasconcellos compra Económica

A Ongoing Strategy, liderada por Nuno Vasconcellos, comprou a Económica (DE e Smec) por 27,5 milhões de euros. Venceu nesta contenda a Cofina, Grupo Lena, Sonaecom, Horácio Piriquito e Miguel Albarroado. O valor da transacção representa um múltiplo de 17,2 face ao EBITDA e mais de duas vezes a facturação. É difícil dizer à cabeça se um negócio está caro ou barato. Depende do que se fizer com ele e dos resultados futuros. Mas um múltiplo de EBITDA como este, para um negocio de Imprensa, barato não parece ser.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Presspectives: DE e JN, Carla Borges Ferreira e tatuagens

Este mês na Presspectives não perca o duelo Diário Económico vs Jornal de Negócios na luta pelo BCP. Carla Borges Ferreira conta-nos notícias do Meios & Publicidade. Tempo ainda para escrever sobre generais romanos. Leia aqui.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

YoungNetwork goes East

A YoungNetwork adquiriu a Meritor Media, consultora de comunicação na Croácia. Hoje no Diário Económico parte da história. Mais novidades ao longo do dia no do fundo da Comunicação.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

do fundo da Comunicação bate Lusa, mas não bate Público

Foi do entusiasmo. Não verificámos todos os meios que podiam ter publicado a notícia, apesar de termos feito alguma pesquisa. E como o director de um jornal nos tinha dito que a Lusa é que tinha dado a notícia, ficámos por aí.

O nosso leitor Filipe Marques, a quem agradecemos, repôs a verdade. Chegámos à notícia por fontes próprias, mas a "cacha" a seu dono: é do Público.

Ou pelo menos é até algum leitor enviar nova informação.

Obrigado Filipe.

do fundo da Comunicação bate Lusa por 17 minutos

do fundo da Comunicação não está aqui em nenhuma competição com os Media, obviamente. Provavelmente e por coincidência escrevemos a peça ao mesmo tempo que a Lusa. Publicámos a nossa às 16:22 e a Lusa publicou a sua às 16:39.

Fui informado por um director de um jornal que a Lusa já tinha dado a notícia, pelo que fui ver a hora. Se fosse anterior à nossa teria que desmentir o post anterior, na medida em que já não teria sido uma "primeira mão". Mas assim confirma-se: Martim Avillez Figueiredo na Sonae e do fundo da Comunicação fica com a "cacha".

Martim Avillez Figueiredo sai para a Sonae

do fundo da Comunicação avança em primeira mão que Martim Avillez Figueiredo, director do Diário Económico, está a caminho da Sonae, provavelmente para trabalhar próximo de Paulo Azevedo. Informação de fonte próxima do processo.

Martim Avillez Figueiredo deixa DE

O director do DE vai sair do jornalismo, de acordo com o Negócios.pt.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Old news

Comunicado ontem a compra do Sol pela Cofina. Comunicado no início de Setembro no do fundo da Comunicação.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Última Hora: Temos novo líder! (III)

(continuação do post anterior)

4. 2004

Avanço para 2004. No Anuário da Meios e Publicidade está registado 4,97 milhões de euros de facturação. Tomo-o como bom, apesar de ser um ligeiro decréscimo face a 2003.

5. 2003

Após pesquisa no Sapo, surge na quarta posição a informação que em 2003 o Grupo GCI chegou aos 5 milhões de volume, o que significa 34% comparando com 2002. O anuário do Briefing de 2005 revela que em 2003, o mesmo Grupo facturou apenas 3,45 milhões.

Livra, não há uma bota que bata com a perdigota e estou a ficar cansado…

6. 2002

Pegando no crescimento de 2003 face a 2002 – 34% - leva-nos até ao número de 3,73 milhões de euros. Mais uma vez, no Anuário da Briefing de 2005, a “coisa” não joga: 2,9 milhões de euros. Verifico ainda que nos anuários anteriores estava como estimativa este mesmo número, que passou a definitivo. Na mouche! Parabéns!

7. 2001

Por esta entrevista sabemos que a facturação em 2001 foi de 1,5 milhão de euros. Mas sabemos que Isabel Ribas está a faltar certamente à verdade. Lá vem o desmentido pela "mão" do anuário da Briefing de 2003. Em 2001 foi mais, foram 1,89 milhões. Isto é melhor que o milagre da multiplicação dos pães.

8. 2000
Por último (nunca pensei escrever posts tão longos, desculpem), e na mesma entrevista sabemos que em 2000 o resultado foi um milhão. Já vou a contragosto ver o Anuário da Briefing. Não acerto uma. Olha, foi 1,49 milhões de euros afinal.

Esta vida de jornalista de investigação é de doidos. Já não estou sequer com paciência para ver qual o ano que apresentou mais volumes de negócios diferentes. E fiz eu todos os cálculos com base em informação veiculada pela direcção do Grupo. Nem quero pensar na dor de cabeça que seria juntar mais fontes…

Visto de novo o casaco, recoloco a gravata e vamos mas é trabalhar que há proposta para ganhar amanhã às 10.

Última Hora: Temos novo líder! (II)

(continuação do post anterior)

Ora bem, chega de conversa e vamos ao trabalho.

1. 2007


O que eu tenho: GCI factura 7,6 milhões de euros em 2007 (valor estimado)
In Jornal de Negócios de 22/11/2007
In Diário Económico de 22/11/2007

Diz na peça que este valor representará um crescimento de 28% face a 2006. Faço a conta e percebo que a facturação do ano transacto foi de 5,94 milhões de euros. Tudo ok para já.

Agora vou pesquisar dados na Internet e nos anuários da Briefing e da Meios e Publicidade para ver a consistência destes valores.

2. 2006

Ora bem, o que temos aqui? Declarações de José Manuel Costa, presidente do Grupo GCI, em 9/3/2007, à Meios e Publicidade: a facturação do grupo cresceu 31% no ano passado, situando-se nos 6,8 milhões de euros em 2006. Ver peça.

Espera. Não era 5,94 milhões, que multiplicado por 1,28 puxava o resultado para 7,6 milhões este ano? Bom, pode ter sido erro do jornalista. Pode haver gralha e vou verificar ao anuário da Briefing: 6,7 milhões de euros em 2006. Já é o terceiro número diferente para 2006, mas como está próximo dos 6,8 milhões vou negligenciar e tomar os 6,8 milhões de euros como bons. Ao fazê-lo tenho que deitar fora que o crescimento é de 28% em 2007. Ou seja de 6,8 para 7,6 milhões de euros ficamos com uma subida de 11,7%. Nada mau.

3. 2005

Por outro lado, temos neste artigo outra informação - os 31% de crescimento face a 2005 – onde podemos aplicar o mesmo raciocínio.

Concluímos que o Grupo facturou 5,19 milhões de euros 2005. Mas nesta entrevista, o ex-CEO diz que quer facturar 6,5 milhões em 2006, o que seria um grande salto face aos 4,5 milhões registados em 2005. Navego até ao anuário da Meios e Publicidade e está escrito que facturaram 6,3 milhões (ver aqui). Eh lá! Estou baralhado. Em 2005, foi 5,19 milhões, foi 4,5 milhões ou foi 6,3 milhões? É que reparem, podia dar-se o caso de discrepância de fontes, o que tornaria a informação imperfeita, eventualmente. Mas não, a fonte é sempre a mesma. E é a própria empresa.

(continua no post seguinte)

Última Hora: Temos novo líder! (I)

Tenho o hábito enraizado de ler as páginas sobre Media que o Jornal de Negócios e o Diário Económico editam diariamente. Hoje, enquanto aguardava, no Instituto de Higiene e Medicina Tropical, ali para os lados da Junqueira, para levar as três vacinas que funcionam de visto para entrar em Angola, li a mesma notícia em ambos sobre um conhecido concorrente.

Fiquei surpreendido com o volume de negócios do Grupo GCI: 7,6 milhões de euros. Não pelo número em si, mas porque comparando com os últimos dados divulgados nos Media pelos players do sector, os 7,6 milhões fazem da GCI o maior grupo de comunicação já este ano.

Bom, isto é assim se todos falassem verdade (ver peça). Como estou no mercado com ambições de médio e longo prazo dou muito valor à credibilidade e à coerência. Acho que só assim se vence. Ainda por cima ando a ouvir nos seminários lá fora que com o advento dos social media - blogs, facebook, myspace, youtube, linkedin, etc. - as empresas e pessoas têm de ser o que parecem ser. A ubiquidade da informação assim o obriga. Uma pesquisa no Google pode acabar com a reputação dos incautos.

Tiro o casaco, desaperto a gravata e estou pronto a actuar como jornalista de investigação. Antes de atacar a fundo o problema até olho com saudade para a ex-carteira de jornalista que tenho na primeira gaveta da secretária.

Estou aberto a tudo: confirmar o que a GCI disse aos jornais, não chegar a conclusão alguma ou confirmar esta minha teoria já aqui aflorada ao de leve de que muitos concorrentes, esquecendo-se de duas regras fundamentais de comunicação – credibilidade e coerência – fogem descaradamente à verdade.

O que for, será. E o que for será publicado no nosso blog.

(continua no post seguinte)

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Oje: há vida para além do papel


O jornal Oje, gratuito de economia, já distribui diariamente mais de 25 mil exemplares, nas principais empresas portuguesas (cerca de 1.100 directamente). O jornal faz sobretudo agenda e mais do que roubar leitores ao Diário Económico e ao Jornal de Negócios acrescentou. Foi buscar uma outra franja de leitores - middle management - que não tinha por hábito comprar um meio económico todos os dias.

O Oje faz bem agenda, Álvaro Mendonça é uma boa escolha para director, o modelo de distribuição favorece os resultados operacionais porque diminui a intermediação, a exploração de espaços publicitários tem sido feita com imaginação, os colunistas são bons - à cabeça de todos a escrita de Jorge Fiel. Mas é preciso ser mais forte na Net - há espaço para criar concorrência ao Negocios.pt, embora ninguém o tenha conseguido até agora -, é fundamental mais publicidade - mas quem não precisa? -, e mais notoriedade. Pelo caminho editorial que escolheu, acho que a força do produto não se fará pelas notícias próprias.

O jornal prepara-se agora para explorar novas plataformas como televisão pela Net e, possivelmente, novos conteúdos. Vamos ver de que forma: se em parceria, ou se tomando ou cruzando participações com outras empresas.

Dois dados importantes a ter em conta neste projecto: a estrutura accionista é dominada por um fundo de capital de risco, que por definição é volátil, e o administrador Tiago Cortez, ligado a vários projectos editoriais inovadores - sobretudo o lançamento do Oje e do Negocios.pt, este com José Diogo Madeira - e com bons retornos para os accionistas (venda do Jornal de Negócios/Negocios.pt à Cofina e venda da sua parte da Prémio a António Cunha Vaz).