O peso dos clientes do privado face aos do público, no Grupo YoungNetwork, é muito desequilibrado. Porquê?
Essencialmente porque ainda não conseguimos provar que em muitos casos somos a escolha certa para a comunicação das empresas públicas, institutos e administração central.
Ao longo dos anos, já entrámos em vários concursos públicos, sem sucesso assinalável, já que outras empresas têm apresentado, neste nicho específico, um melhor trabalho. Teremos que fazer mais. O nosso esforço será mais intensivo no sector público.
No entanto, nas três últimas semanas, aconteceram uma sucessão de infelizes coincidências, em dois concursos públicos, nos quais participámos. E como pela primeira vez, em ambos, detectámos aquilo que consideramos irregularidades graves nos processos, vamos colocar acções em Tribunal contra as entidades adjudicantes, para confirmar ou eliminar a nossa razão.
Nos dois concursos ganharam "suspeitos do costume", mas isso até nem vem ao caso. A justificação que queremos é de quem avalia e selecciona as propostas. Este é um tema para o qual a direcção da APECOM deverá estar atenta, assim como os seus associados. É nossa obrigação, enquanto associado activo, esclarecer o que não percebemos (não tanto denunciar, até porque as explicações que pediremos em Tribunal, pretendem tão só clarificar; nao estamos a acusar ninguém, estamos apenas a escrutinar a correcção de todo o processo).
Será bom que mais agentes sigam este caminho. Assim se sintam motivados para o fazer.
sexta-feira, 6 de Novembro de 2009
Irregularidades graves em concursos públicos
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Saber ganhar e saber perder
Na YoungNetwork quando ganhamos, ficamos satisfeitos, não eufóricos. E a vitória não nos concede outra superioridade, além da natural distinção dentro do concurso em questão. Não nos sentimos os melhores do mundo, no momento da vitória.
Quando perdemos, também não somos os piores do mundo, nem esmorecemos a nossa sede de vencer. E ao perder, sabemos que foram o mérito dos outros e o nosso demérito, combinado, os artíficies do resultado final. Gostamos pouco de desculpas e preferimos tentar perceber onde podemos melhorar, para nos superarmos da próxima vez.
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domingo, 1 de Novembro de 2009
Social Media não aguenta demasiado espírito comercial
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sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
Poder de síntese
Por Sofia Lima*
Reza a história que, nos anos 20, Ernest Hemingway foi desafiado por colegas para criar uma história completa em apenas seis palavras. Parece impossível, mas não é… de todo. Eis que o escritor surpreende os colegas com a seguinte história: “For sale: baby shoes, never used”.
Hoje em dia, as pessoas são diariamente testadas ao seu poder de síntese, sobretudo nas redes sociais. Bem sabemos a dificuldade que pode ser escrever um texto com apenas 140 caracteres. Pensando nisto, a TMN lançou o desafio ao Nuno Markl para criar a maior maratona de que há memória no Twitter (a chamada Twitteratona), pedindo aos participantes que resumam aquilo que, à primeira vista, não é resumível. Alguém me sabe dizer como fazer uma receita de bacalhau em 140 caracteres?
Vamos acompanhar e perceber se há alguém como Hemingway. Sinceramente… duvido, mas vai ser divertidíssimo.
* Senior Consultant
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Temam a contenção, ignorem o exagero
Na comunicação de crise, sugiro muitas vezes ao cliente: "Ignore os ataques exagerados, tema os contidos".
A credibilidade de quem ataca também se faz no momento de pronunciar a mensagem.
Exageros levam à perda da razão, enquanto o equilíbrio da argumentação persuade melhor a audiência.
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Estágios à borla? Concordo.
Estágios à borla? Concordo.
Praticamos no Grupo YoungNetwork? Não.
É legítimo o Carga de Trabalhos não publicar anúncios sobre estágios não remunerados? Claro que é.
1. Concordo porque gosto da liberdade de escolha. Se há alguém que aceita trabalhar sem receber remuneração, como estagiário ou noutra função qualquer, e se uma entidade aceita que ela trabalhe sem receber, é porque temos negócio. As duas partes livres, não obrigadas a nada, aceitam ter essa relação contratual. Ambas entendem que ganham nesta troca. Se não entendessem que ganham agora ou no futuro, não havia troca. É assim em qualquer troca. Só há troca, quando as duas partes entendem que ganham. Atenção, que haver troca não tem nada a ver com ser justo ou injusto. Eu posso ter uma arma apontada e, em troca pela vida, dou o meu relógio e a minha carteira. É justo? Não. Mas foi uma boa troca para mim. A minha vida custou um relógio e uma carteira. Barato.
2. Há uma natural predisposição para impor medidas que se pensam justas e que muitas vezes se tornam desastrosas. Salário mínimo? Também discordo. Regras rígidas no Direito do Trabalho? Discordo, porque dificultam o acesso de quem não tem trabalho ao mercado de trabalho. Quem sabe que tem dificuldade de prescindir de pessoas quando for necessário, tem a cautela de não contratar tantas como gostaria na bonança (aqui não seguimos muito esta regra, mas poderemos ter que a rever se e quando os crescimentos descerem dos dois digitos). Já criámos no grupo YoungNetwork mais de 75 postos de trabalho (um número modesto, mas que multiplicado por vários milhares de empresas no país inteiro, já tem significado). Se de hoje a amanhã tivermos que voltar a ser 40 ou 50, ainda ficamos com um saldo positivo de 40 ou 50 postos de trabalho criados. Parece-me perfeitamente legítimo e positivo para o país. Até porque as empresas não crescem no número de pessoas até ao céu.
3. Agora, este argumento da obrigatoriedade de se pagar estágios, para quem o defende, devia ser estendido. Por exemplo, na política. Não devia ser permitido fazer trabalho para partidos de forma gratuita, nem participar das equipas das campanhas para primeiro-ministro ou para presidente da República sem contrapartida financeira. Perguntem ao presidente Cavaco Silva quanto pagou a Alexandre Relvas para o ajudar na coordenação da sua campanha para presidente. Estamos claramente perante uma situação de "exploração" do administrador da Logoplaste. Outro exemplo, nos pro-bonos. Porque não limitar a possibilidade de se oferecer o serviço? As agências ou outras empresas deveriam ser proibidas de o fazer, para que não sejam "exploradas". Podíamos continuar uma longa lista de proibições que se deveriam fazer para tornar a coisa mais justa, segundo os cânones mais tradicionais.
4. Porque é que não temos estágios não remunerados? Porque gostamos do toma-lá-dá-cá imediato. Quem entra, vem porque faz falta. E vem para mostrar que pode ser válido. E vai ser pressionado para mostrar o seu valor e ser útil à empresa. Achamos que receber uma remuneração joga bem com esta nossa mania de exigir.
5. O Carga de Trabalhos é um site de referência, e que deve reger-se pelos seus próprios critérios. O meu apoio à decisão deles é total.
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quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
Flash mob Jackson
No Camões. Muito bom. Ver notícia do Meios e Publicidade aqui.
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sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
Patetice de ouvido
Ouve-se cada patetice.
Lá porque saem pessoas do Grupo, muitas com valor, e que assumem posições noutras empresas, um ou outro analista de sofá comenta que vamos ter cisão ou vamos sofrer uma sangria de talentos ou de clientes. Agora é que é.
Para não terem desilusões, porque nós somos chatos, chatos, chatos, que tal algum empirismo?
De quando em vez deixo aqui uma ou outra opinião sobre gestão, não retirada do saco da teoria, mas da experiência prática de quem gere um pequeno grupo de 80 pessoas (Portugal e estrangeiro).
Aqui ficam as de hoje:
1. O que faz uma empresa não é o João, o Manel das Iscas ou o Zé das Osgas. Uma empresa é muito mais do que isso.
2. Depois, deve-se analisar qual foi o sucesso de quem sai durante o tempo que cá esteve, para fazer alguma futurologia, se é que ela interessa. E já sairam pessoas que apresentaram bom trabalho, outras um razoável trabalho e outras que mais uma vez (apesar do nosso oportunismo de tentar reabilitá-las a baixo preço) voltaram a falhar.
3. Uma empresa funciona pelo conjunto das pessoas, que formam uma equipa. E acima disto tem de haver modelo organizacional. Ver caso da administração pública: não é a qualidade das pessoas que está em causa (ou não é só), é sobretudo o modelo organizacional que é errado.
4. Os modelos não são copiáveis de umas empresas para as outras porque há demasiadas variáveis em jogo que não se observam facilmente.
5. Mesmo que se copiem métodos e processos, quem sai fica com os métodos e processos de ontem. As empresas têm o desafio permanente de se reinventar.
6. De qualquer maneira, sempre que possível, copiar o que é bem feito.
7. As pessoas tentarem a sua sorte noutras agências é o mercado a funcionar. O sucesso da YoungNetwork aguça o apetite.
8. Jogar ao jogo do gato e do rato, com quem é maior é um erro estratégico. Porque desecandeia hipoteticamente uma guerra de preços: nas avenças, para baixo; nos recursos, para cima. Nas avenças e nos recursos, enquanto fomos ratos, nunca o fizémos. Era suicídio. Se é para jogar este jogo, quem tem mais recursos pode jogá-lo durante mais tempo.
E por aqui me fico, desejando sorte a quem está noutros projectos, e tendo um bocadinho a arrogância de dizer que os melhores que por cá passaram, por cá continuam.
Os resultados alcançados ano após ano, à vista de todos, carimbam esta minha pequena arrogância.
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terça-feira, 20 de Outubro de 2009
De Jagger para Warhol
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Como encontrar novos doentes?
Por Andreia Garcia*
De acordo com um estudo da comScore, os sites de saúde são uma forma eficiente para encontrar novos doentes.
O estudo, que pode ser consultado aqui, descobriu que a exposição aos media online, incluindo os sites de marcas farmacêuticas, resultam num aumento significativamente positivo da divulgação de um produto/marca e da sua notoriedade, contribuindo para aumentar as vendas junto dos actuais pacientes e na angariação de novos.
A empresa que realizou o estudo sugeriu que estes sites são mais eficazes porque fornecem aos visitantes informações sobre as suas doenças e opções de tratamento, mas também porque são “um dos poucos ambientes onde uma marca pode construir uma dinâmica e um relacionamento constante com os seus pacientes”.
Por cá deixamos alguns exemplos de bons sites de saúde a visitar aqui ou aqui.
* Healthcare Coordinator
Grupo YoungNetwork
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Já aderiste ao grupo?
Por Sofia Lima*
Pingo Doce e Maitê Proença. Nas últimas semanas, não se falou de outra coisa.
De entre as potencialidades da Internet que emergem e se desenvolvem diariamente, não há dúvida que as redes sociais têm um enorme impacto na opinião pública, sobretudo quando utilizadas em simultâneo. Hoje em dia, não só as pessoas têm a possibilidade de manter contacto diário das mais diferentes formas (messaging, blogging, jogos online, etc.), como podem reagir a situações de forma muito mais imediata, simples e eficaz do que há uns anos.
Face à campanha publicitária do Pingo Doce, houve quem formasse grupos e elaborasse artigos para expor o seu descontentamento… para imediatamente surgirem os defensores da campanha. Com a polémica originada pelo vídeo da Maitê Proença, foi fascinante a velocidade com que os portugueses expressaram a sua indignação, conseguindo inclusivamente que a actriz pedisse desculpas públicas e que a imprensa nacional se debruçasse sobre o assunto.
As pessoas estão ligadas, atentas. Têm a possibilidade de expressar a sua opinião e de se unir activamente a uma causa apenas com um clique ou um parágrafo; não precisam de se deslocar ou de unir esforços em termos físicos. A teoria das ondas sociais ganha força e cada vez mais importância na Era 2.0… É fascinante assistir a estes fenómenos do ponto de vista sociológico.
* Senior Consultant
Grupo YoungNetwork
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sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
Balanço das autárquicas
Há uma política que defendo há muito e que temos seguido no Grupo YoungNetwork: 100% do tempo a criar, 0% do tempo a destruir.
Nem tem a ver com melhor ou pior ética, com melhor ou pior formação, com mais ou menos mesquinhez. Não é preciso chegar até aí. É uma questão de eficiência e eficácia.
Por um lado eficiência, porque temos tanta coisa para fazer e tantas outras que queremos fazer, que não nos sobra tempo para mais nada além de criar.
Por outro lado eficácia, porque é muito mais proveitoso para nós criar. Temos a certeza que conseguimos melhor resultados quando criamos e fazemos bem o nosso trabalho, do que se tentássemos prejudicar ou destruir o trabalho de outros.
As campanhas em que estivemos envolvidos nas autárquicas provam esta tese. Criámos, executámos e fomos felizes.
Preocupando-nos apenas connosco mas, em hora de balanço, olhando também lá bem para baixo, de binóculos, continuamos convictos que seguimos o caminho certo.
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YoungNetwork apaga NOVE
O Grupo YoungNetwork faz NOVE anos amanhã.
São NOVE anos de muita paixão, porque estarmos apaixonados fez-nos chegar aqui.
São NOVE anos de muita fé, porque acreditar no que se faz é meio caminho andado.
São NOVE anos de muita iniciativa, porque é a liderar que vamos longe.
São NOVE anos de muita coragem, porque a sorte protege os audazes.
São NOVE anos de muito empenho, porque não acreditamos em sorte ou coincidências.
São NOVE anos de muita mudança, porque a Young é diferente todos os anos.
São NOVE anos de muita felicidade, porque só assim vale a pena.
A preceder o aniversário da YoungNetwork, temos outra comemoração. Faz hoje três anos que a Eva entrou para cá. Uma data tão ou mais importante, porque são pessoas como a Eva – e felizmente temos algumas - que fazem da Young aquilo que ela é hoje.
Vamos longe. E vamos juntos.
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