quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Até onde vais com 1000 euros: equipa da YoungNetwork reforçada


Agora a foto de família, mas com reforços de peso. Por um lado, as estrelas do pedal Jorge e Carlos nas suas "máquinas de supermercado". Por outro, os dois estrategas à direita na foto, recém-contratados para a nossa direcção de consultoria. Chamar-lhe-emos de ora em diante apenas spin doctors.

Até onde vais com 1000 euros: equipa da YoungNetwork


Ora aqui está a equipa da YoungNetwork na foto de família aquando da partida de Jorge e Carlos rumo a Azeitão.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Um Grande senhor

Ontem tive a triste notícia da morte de Cabral Ferreira.
Um cavalheiro que amava o seu clube, um relações públicas de eleição que conseguia transformar um emblema de prata sportinguista num “torcedor” do Belém.
Recebia como poucos no seu estádio e conversava com grande simpatia junto da sua empresa na rua dos Bacalhoeiros.
Um homem sério e bom. Daqueles que fazem falta ao futebol, a uma cidade e a um País.

Deve a RTP ter publicidade ou não?

Caros leitores, bloggers, clientes, jornalistas, consultores, o assunto tem pululado na Imprensa portuguesa de tempos a tempos: Deverá a RTP ter publicidade ou não? Gostava que partilhassem com o blog do fundo da Comunicação a vossa opinião. A ideia é fazer um apanhado de argumentos a favor e argumentos contra.

Podem fazer os comentários na secção própria deste blog ou enviando um email para joaoduarte@youngnetwork.net. No caso do email, enviem também uma nota se quiserem deixar o comentário de forma anónima (neste caso não citaremos a pessoa que fez o comentário).

Na próxima segunda-feira escreveremos um post a várias mãos, expressando nele os diversos argumentos enviados.

Conto com a vossa análise. Obrigado.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Política

Reproduzo o título, e algumas frases, de um dos mais belos textos sobre política dos últimos tempos. É de Almudena Grandes, colunista da última página do “El País”.
«Temos problemas, mas também esperanças. Vontade, sentido de justiça, capacidade para acreditar, para sonharmos. Por isso inventamos a política. Por isso funcionou durante tantos séculos. Como uma ferramenta para transformar a realidade, para lutar pelos próprios desejos, para intervir no mundo. Isso era a política, mas parece que já não é».
«Não me dirijo à direita. Não quero que ganhe a direita. Mas quero uma esquerda madura, nem ingénua nem senil, politizada. Quero ouvir falar de sonhos, de princípios, de ideologia. De ideologia, sim, com todas as letras».
«Porque a política também tem que ver com a emoção. Com a tensão, não. A tensão pertence aos domínios do medo. E o medo não tem nada que ver com a política».

Mais um farol

A novidade do dia promete muitos perfis e o nascimento de mais um farol de plena democracia.
O jornalismo de esquerda e os comunistas do mundo inteiro irão descobrir o novo paraíso na terra.
Um líder parlamentar português já nos tinha prendado com a divertida “boutade” da democracia cubana e norte-coreana, mas por vezes achávamos que, nos tempos de hoje, a esquerda mais extremista, mesmo essa, não gostava de se assumir como tal.
Mas temos de fixar um nome: Demetris Cristofias, o novo Presidente da República – comunista assumido – de Chipre.
Muita tinta se gastará com esta personagem. Mais um amigo de Chávez, Kim Jong Il, das FARC, por certo.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Uma ajudinha aos republicanos?

E chega uma ajuda para McCain. Ralph Nader aí está de novo.

Até onde vais com 1000 euros: estes gajos têm talento

Mais um vídeo bem montado pelo Jorge e pelo Carlos. Nesta peça, o patrocinador - nós mesmo, os do fundo da Comunicação - tem direito a uma aparição. Estamos bem representados pela Inês e pela Joana. Ah...e aquela é a nossa sala de reuniões.

Superman is in the building

O meio da época na NBA é celebrado com o All Star Weekend. Como o nome indica é o fim-de-semana das estrelas. Uma das atracções é o concurso de afundanços. Este ano, Dwight Howard, jogador dos Orlando Magic, decidiu gravar para sempre o seu slam dunk (afundanço) na memória de todos os apaixonados pelo desporto. Não é só um gesto técnico fabuloso, é a ideia genial de vestir a farda do super-herói. Reparem no histerismo do público, quando ele desvenda a t-shirt por baixo do equipamento. As boas ideias são a espoleta das RP's.

Porque necessitam os políticos de dominar a comunicação

"(...) Governar é também e acima de tudo agir politicamente.
É falar para fora.
É ser capaz de envolver a sociedade nos projectos que se consideram essenciais para o progresso do país com a consequente melhoria de vida das populações.
É fazer com que as pessoas se sintam destinatárias de benefícios e não vítimas de medidas incompreensíveis.
Na ausência disto, as pessoas não se reconhecem no que os responsáveis defendem. (...)"

Manuela Ferreira Leite
in Expresso, 23/02/2008

Será por isto que podemos ser úteis?

Quando Fidel encontra Marx

John McCain, o candidato republicano escolhido para as eleições de Novembro, não espera reformas em Cuba antes de Fidel Castro morrer. Mais surpreendente é a sua prece: "Eu espero que ele (Fidel) tenha a oportunidade de se encontrar com Karl Marx muito em breve". Ler comentário no blog da CNN Political Ticker. Temos nova versão do "morto ou vivo" de George W. Bush?

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Duelo no Texas

Queria ver este duelo. Fascinante, preparado até ao milímetro.
Por isso, a cara de Obama, a olhar para trás para o seu staff, para saber se ainda falava, no debate da CNN/Univision, foi um momento interessante.
Obama sentiu naquele momento, que Hillary lhe roubou a cena na última declaração.
A pergunta era: qual a maior crise por que já passou? Hillary, abre com humor: «vocês sabem que já passei por muitas crises», mas termina a contar como é abençoada ao ver outros que entram nos hospitais para serem tratados. Quase que se emocionava, como aconteceu, eficazmente, no New Hampshire.
Os comentadores disseram que foi o melhor debate de Obama e que Hillary sempre se sai bem neles.
Gloria Borger da CNN diz que foi a primeira vez que Obama vestiu o fato de “commander-in-chief”. Mas eu que nunca gostei de Hillary, e que já escrevi que ela era a “Lady Macbeth”, provou ontem uma coisa que eu gosto nos políticos: paixão pelo poder. E, de facto, ela está muito bem preparada.
Mas o “momentum” e a revolução cultural da esquerda é Obama. Muitas Cassandras – acho que todas – se enganaram no confronto final. “Mea Culpa” também, mas pelo menos não perdi um jantar no “Gambrinus” como Vasco Pulido Valente. Que apostou com Mário Soares que o próximo Presidente dos Estados Unidos seria Mitt Romney.

A velha Itália

Na península da bota vive um dos mais belos e atraentes países do mundo. Mas que parece parado há muitos anos.
Esta semana a “Newsweek” fazia capa com o lixo que invade, sobretudo, Nápoles e altera a face desse país sexy que é Itália.
Tem a taxa de natalidade mais baixa da Europa e continua a ser governada por uma geração de gerontes. Os mesmos que se sucedem há anos no poder sem conseguir formar um Governo estável e duradouro.
Se já passaram à história Craxi e Andreotti, a vaga de Berlusconi ainda está viva. E ele é bem o símbolo dessa Itália. Com solário, implantes de cabelo e branqueamento dos dentes, o facto é que ele tem 71 anos de idade. Não parece, mas tem. Tem apenas menos um ano que John Mc Cain, que dizem que é muito velhinho para governar um Estado.
Logo, a esquerda que fez um “re-brand” e se modernizou, e agora está aglutinada no Partido Democrático, sob a égide do super-popular Walter Veltroni, apanhou a boleia de Obama e lançou o “Si, puo fare”, a tradução do “yes, we can”.
Mas Veltroni que só fala em “mudança” nos seus comícios, foi mais longe. O sistema eleitoral é diferente do nosso, e, lá, Veltroni candidatou-se em três círculos eleitorais com um sinal positivo. Ele vai nos três em número 2, porque a encabeçar a lista vão jovens com menos de trinta anos.
É a renovação em marcha, uma nova geração que se quer agarrar, uma mudança de estilo num país anquilosado que só vibra com a “squadra azurra”, o “cavalinho rampante” e algumas marcas de roupa que os jogadores de futebol são pródigos em exibir.
A revolução cultural da esquerda está em marcha. Obama deu pontapé-de-saída e vamos ter muitos Obamazinhos à solta por aí.
Até já Sócrates diz: “sim, nós podemos”…