As redes sociais e os telemóveis influenciarão as decisões de compra nesta época festiva. Ler notícia do PRSA aqui.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Social Media influenciam compras de Natal
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domingo, 15 de novembro de 2009
Grande nome
Nome do aeroporto de Skopje, na Macedónia: Aeroporto Alexandre, O Grande.
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Choque térmico
De mais de 30 a menos dois graus, a diferença entre a quente Luanda e a chegada madrugadora a Zagreb.
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Cirílico (iii)
Não falo cirílico, e provavelmente nunca falarei, além das habituais dez palavras que qualquer estrangeiro usa para se sentir mais integrado num país que visita - olá, obrigado, adeus e mais sete.
A língua é sempre uma barreira, atenuada nestes países dos balcãs pela extrema facilidade com que as pessoas se expressam em inglês.
Ainda ontem ao final do dia, quando me dirigi a uma pastelaria, pensei que teria problemas para explicar que queria uma sandes de "smoked ham, yellow cheese, tomato and salad, but without butter". A resposta foi imediata e positiva. Sim, faziam-na no momento e sem manteiga, como eu pedira.
Já mais tarde, a tomar um copo no bar Smijia!? (snake, cobra, em honra de um ex-futebolista, não me perguntem quem é, que passava pelos adversários como esse réptil) com um director de uma tecnológica (integradora e soluções móveis) confirmei, em parte, o que a fluência em línguas denuncia: existem recursos humanos bem preparados para contratar, o que será importante para a Meritor Media Macedonia, assim como para outras áreas de negócio e empresas que queremos desenvolver neste país. A ideia é virmos a ter aqui alguns clusters de competências, centros de I&D e de produção, a trabalhar para outros países no mundo.
Mas, como habitualmente, falarei deste tema na altura própria. Quando houver alguma coisa concretizada. É um projecto de médio prazo.
Curiosidade: O preço da sandes foi pouco mais de um euro, em Lisboa seria cerca de 3,5 e em Luanda mais de dez.
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Cirílico (ii)
Na semana passada, ganhámos o primeiro cliente na Meritor Media Macedonia e esta terça realizámos a primeira conferência de Imprensa em Skopje. Conseguimos ter lá a A1, televisão privada da Macedónia, e, de acordo com a Wikipedia, a mais vista actualmente.
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Cirílico
Ontem, ao assinar alguns documentos em Skopje, deparei-me com o meu nome escrito em cirílico, o alfabeto utilizado na Macedónia. Curioso, fazer-se a tradução dos nomes entre alfabeto latino e cirílico, e vice-versa.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Irregularidades graves em concursos públicos
O peso dos clientes do privado face aos do público, no Grupo YoungNetwork, é muito desequilibrado. Porquê?
Essencialmente porque ainda não conseguimos provar que em muitos casos somos a escolha certa para a comunicação das empresas públicas, institutos e administração central.
Ao longo dos anos, já entrámos em vários concursos públicos, sem sucesso assinalável, já que outras empresas têm apresentado, neste nicho específico, um melhor trabalho. Teremos que fazer mais. O nosso esforço será mais intensivo no sector público.
No entanto, nas três últimas semanas, aconteceram uma sucessão de infelizes coincidências, em dois concursos públicos, nos quais participámos. E como pela primeira vez, em ambos, detectámos aquilo que consideramos irregularidades graves nos processos, vamos colocar acções em Tribunal contra as entidades adjudicantes, para confirmar ou eliminar a nossa razão.
Nos dois concursos ganharam "suspeitos do costume", mas isso até nem vem ao caso. A justificação que queremos é de quem avalia e selecciona as propostas. Este é um tema para o qual a direcção da APECOM deverá estar atenta, assim como os seus associados. É nossa obrigação, enquanto associado activo, esclarecer o que não percebemos (não tanto denunciar, até porque as explicações que pediremos em Tribunal, pretendem tão só clarificar; nao estamos a acusar ninguém, estamos apenas a escrutinar a correcção de todo o processo).
Será bom que mais agentes sigam este caminho. Assim se sintam motivados para o fazer.
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Saber ganhar e saber perder
Na YoungNetwork quando ganhamos, ficamos satisfeitos, não eufóricos. E a vitória não nos concede outra superioridade, além da natural distinção dentro do concurso em questão. Não nos sentimos os melhores do mundo, no momento da vitória.
Quando perdemos, também não somos os piores do mundo, nem esmorecemos a nossa sede de vencer. E ao perder, sabemos que foram o mérito dos outros e o nosso demérito, combinado, os artíficies do resultado final. Gostamos pouco de desculpas e preferimos tentar perceber onde podemos melhorar, para nos superarmos da próxima vez.
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domingo, 1 de novembro de 2009
Social Media não aguenta demasiado espírito comercial
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sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Poder de síntese
Por Sofia Lima*
Reza a história que, nos anos 20, Ernest Hemingway foi desafiado por colegas para criar uma história completa em apenas seis palavras. Parece impossível, mas não é… de todo. Eis que o escritor surpreende os colegas com a seguinte história: “For sale: baby shoes, never used”.
Hoje em dia, as pessoas são diariamente testadas ao seu poder de síntese, sobretudo nas redes sociais. Bem sabemos a dificuldade que pode ser escrever um texto com apenas 140 caracteres. Pensando nisto, a TMN lançou o desafio ao Nuno Markl para criar a maior maratona de que há memória no Twitter (a chamada Twitteratona), pedindo aos participantes que resumam aquilo que, à primeira vista, não é resumível. Alguém me sabe dizer como fazer uma receita de bacalhau em 140 caracteres?
Vamos acompanhar e perceber se há alguém como Hemingway. Sinceramente… duvido, mas vai ser divertidíssimo.
* Senior Consultant
Grupo YoungNetwork
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Temam a contenção, ignorem o exagero
Na comunicação de crise, sugiro muitas vezes ao cliente: "Ignore os ataques exagerados, tema os contidos".
A credibilidade de quem ataca também se faz no momento de pronunciar a mensagem.
Exageros levam à perda da razão, enquanto o equilíbrio da argumentação persuade melhor a audiência.
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Estágios à borla? Concordo.
Estágios à borla? Concordo.
Praticamos no Grupo YoungNetwork? Não.
É legítimo o Carga de Trabalhos não publicar anúncios sobre estágios não remunerados? Claro que é.
1. Concordo porque gosto da liberdade de escolha. Se há alguém que aceita trabalhar sem receber remuneração, como estagiário ou noutra função qualquer, e se uma entidade aceita que ela trabalhe sem receber, é porque temos negócio. As duas partes livres, não obrigadas a nada, aceitam ter essa relação contratual. Ambas entendem que ganham nesta troca. Se não entendessem que ganham agora ou no futuro, não havia troca. É assim em qualquer troca. Só há troca, quando as duas partes entendem que ganham. Atenção, que haver troca não tem nada a ver com ser justo ou injusto. Eu posso ter uma arma apontada e, em troca pela vida, dou o meu relógio e a minha carteira. É justo? Não. Mas foi uma boa troca para mim. A minha vida custou um relógio e uma carteira. Barato.
2. Há uma natural predisposição para impor medidas que se pensam justas e que muitas vezes se tornam desastrosas. Salário mínimo? Também discordo. Regras rígidas no Direito do Trabalho? Discordo, porque dificultam o acesso de quem não tem trabalho ao mercado de trabalho. Quem sabe que tem dificuldade de prescindir de pessoas quando for necessário, tem a cautela de não contratar tantas como gostaria na bonança (aqui não seguimos muito esta regra, mas poderemos ter que a rever se e quando os crescimentos descerem dos dois digitos). Já criámos no grupo YoungNetwork mais de 75 postos de trabalho (um número modesto, mas que multiplicado por vários milhares de empresas no país inteiro, já tem significado). Se de hoje a amanhã tivermos que voltar a ser 40 ou 50, ainda ficamos com um saldo positivo de 40 ou 50 postos de trabalho criados. Parece-me perfeitamente legítimo e positivo para o país. Até porque as empresas não crescem no número de pessoas até ao céu.
3. Agora, este argumento da obrigatoriedade de se pagar estágios, para quem o defende, devia ser estendido. Por exemplo, na política. Não devia ser permitido fazer trabalho para partidos de forma gratuita, nem participar das equipas das campanhas para primeiro-ministro ou para presidente da República sem contrapartida financeira. Perguntem ao presidente Cavaco Silva quanto pagou a Alexandre Relvas para o ajudar na coordenação da sua campanha para presidente. Estamos claramente perante uma situação de "exploração" do administrador da Logoplaste. Outro exemplo, nos pro-bonos. Porque não limitar a possibilidade de se oferecer o serviço? As agências ou outras empresas deveriam ser proibidas de o fazer, para que não sejam "exploradas". Podíamos continuar uma longa lista de proibições que se deveriam fazer para tornar a coisa mais justa, segundo os cânones mais tradicionais.
4. Porque é que não temos estágios não remunerados? Porque gostamos do toma-lá-dá-cá imediato. Quem entra, vem porque faz falta. E vem para mostrar que pode ser válido. E vai ser pressionado para mostrar o seu valor e ser útil à empresa. Achamos que receber uma remuneração joga bem com esta nossa mania de exigir.
5. O Carga de Trabalhos é um site de referência, e que deve reger-se pelos seus próprios critérios. O meu apoio à decisão deles é total.
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Flash mob Jackson
No Camões. Muito bom. Ver notícia do Meios e Publicidade aqui.
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