terça-feira, 19 de maio de 2009

do fundo do Soundbyte

"O que é fantástico no Google é que ele ajuda-me à medida que envelheço e me esqueço de quem eu sou."

Príncipe Carlos

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Os 200 anos que mudaram o Mundo

Vale mesmo muito a pena ver. Extraordinário.



Hans Rosling é o director da Gapminder Foundation, que desenvolveu um software que torna os gráficos dinâmicos e muito atractivos. O objectivo é fazer dos dados factuais a principal fonte de argumentação, tornando-os mais fáceis de analisar.

O vídeo acima desmonta muitos dos argumentos falaciosos que ouvimos por aí.

Lição de Mandelson (iii)

"Um político a queixar-se dos Media é como ter um marinheiro a queixar-se do tempo."

Lorde Mandelson, Secretário de Estado dos Negócios, Empresas e Reforma Regulatória no Reino Unido, hoje no Google Zeitgeist.

Lição de Mandelson (ii)

"Quanto mais exigentes forem os consumidores de um país, melhor eles escolhem os políticos."

Lorde Mandelson, Secretário de Estado dos Negócios, Empresas e Reforma Regulatória no Reino Unido, hoje no Google Zeitgeist.

Lição de Mandelson (i)

"Quanto melhor o governo de um país, mais tolerantes as pessoas são em relação à globalização."

Lorde Mandelson, Secretário de Estado dos Negócios, Empresas e Reforma Regulatória no Reino Unido, hoje no Google Zeitgeist.

Melhor do que o livro

Li o livro. Ouvi o audio. Mas esta apresentação vale pelo livro e pelo audiobook. Tribes. Seth Godin.

Livro vale bilhete para conferência

O livro é um canal de comunicação e promoção. Bem utilizado o novo b-mercator, cuja compra dá direito a entrada numa conferência mais à frente.

Habituados à borla

Estamos habituados a ler jornais online de graça. Que conteúdo pagaremos online no futuro? A Apple está a fazer dinheiro com as aplicações do iphone. Será que só pagaremos por serviços duradouros?

Ver mais aqui.

White paper sobre Facebook

About Face, um white paper sobre o Facebook. Pode lê-lo aqui.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Nem voz, nem estilo *

Frank Sinatra costumava dizer «eu não tenho voz, tenho estilo».
No que toca às redes sociais os nossos partidos não têm voz nem estilo.
Houve tempos em que anunciar algo no “you tube” dava “soundbyte”, logo todos os partidos e protagonistas políticos começaram a jogar por aí, para ter umas linhas na imprensa.
Com a vitória de Obama, com o disparo da blogosfera e com o primado do Twitter não há campanha que se preze que não tenha redes sociais. Basta espreitar os primeiros sítios de candidatos e respectivos blogs de campanha para se perceber isso.
Todos querem redes sociais porque têm medo de serem chamados de Flinstones, aqueles que viviam na Pré-História.
PS e PSD também querem andar lá. Mas não por uma questão de aposta clara, apenas para no marketing político darem um toque de proximidade.
Portugal, não só Lisboa, ainda não atingiu um grau de desenvolvimento e de relacionamento com as redes sociais que nos permita assistir a uma campanha à Obama. Por isso, aguardo os resultados da equipa do actual inquilino da Casa Branca que o PS acabou de contratar.
Mas por se falar tanto no actual Presidente dos EUA, prefiro falar de dois casos da campanha on-line de John McCain. Uma, decidiram apresentar no sítio oficial do GOP um relógio, com a cara de Joe Biden, e que marcava o tempo até ao próximo disparate de um homem habituado a “gaffes”. Outra, todos conhecem para os americanos a importância do “SuperBowl”, pois sempre que no google se clicava o mesmo, aparecia a página de John McCain em primeiro lugar. Isto é saber jogar com todas as potencialidades da net.
Deixo a nota que, nas redes sociais, o melhor ainda está do lado da sociedade civil. Mas não é assim também na política?

*a publicar amanhã no OJE

quarta-feira, 13 de maio de 2009

"Blogável"

Bom este artigo escrito pelo FV, no Buzzófias, sobre conteúdos "blogáveis". A ler.

PS: Apesar da letargia em que vivem hoje a maioria dos blogs portugueses que falam sobre comunicação, ainda vamos encontrando alguns (infelizmente poucos) textos que valem a pena ler. Citarei aqui mais vezes os de maior interesse para que seja um incentivo adicional. Até porque a letargia é um fenómeno de falta de continuidade, não de qualidade, que acredito que existe.

PPS: Uma nota final (também ela redundante): Aquilo que você se compromete a fazer, faça-o bem e do princípio ao fim. Escrever num blog requer investimento de tempo e continuidade.

Facilidades da crise

No blog da Guess What PR, o Renato relembra a relação inversa entre espessura da revista/número de anúncios e top-of-mind. Ou seja, mais anúncios, menor a capacidade de passar a mensagem de cada um. Daqui resulta que é mais fácil (e mais barato) gerir o top-of-mind dos públicos em crise porque o ruído é menor.

Redundante (ii)

No Fractura.net, mais opinião sobre o tema.