Não é uma piada nova, mas não deixa de fazer rir. Jerónimo de Sousa sobre o resultado folgado do PS na Madeira:
- "Não pode deixar de ser lido como um sinal do crescente descontentamento que a política dos governos do PS da República e da Região Autónoma".
Sobre os 3,14% que a CDU obteve:
- Os resultados traduzem "o reconhecimento do papel e intervenção do PCP e da CDU".
Há muita verdade nesta última piada. O resto aqui, na notícia do Público.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Não é novo
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segunda-feira, 28 de abril de 2008
O que Jerónimo de Sousa não queria ter lido
Esta também dava título. João Cordeiro, na mesma entrevista, revela que "o PCP é o partido que melhor compreende o sector das farmácias". Roubando e adaptando as palavras de Jerónimo de Sousa: ninguém esperava que o PCP fosse elogiado pelos poderosos.
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O que José Sócrates não queria ter lido
João Cordeiro, da Associação Nacional de Farmácias, dá razão a Jerónimo de Sousa, no Expresso de sábado, quando diz que "Sócrates soube mostrar carinho pelas farmácias".
Péssimo soundbyte para o primeiro-ministro, vindo de um lobby poderoso e com má Imprensa. O título distorce o que é dito pelo líder da ANF na entrevista - "Em fases decisivas, (José Sócrates) soube mostrar o carinho, o interesse e a avaliação positiva do sector" -, mas o entrevistado deve evitar os riscos de expressões como esta.
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O que me fez comprar o DN no domingo
“Estado deveria controlar 50% da banca nacional”, Jerónimo de Sousa, in Diário de Notícias de ontem. Não vale a pena procurar explicações lá dentro, na entrevista, porque não as há. Mas deixo ao leitor outra frase do líder do PCP: “Ninguém esperava que o PS servisse os poderosos”.
Sobre a venda livre de telemóveis em Cuba, “o próprio desenvolvimento económico criou condições para o acesso a bens de consumo”.
A ortodoxia de sempre presente na entrevista, amenizada aqui e ali pela “ginjinha do Cunhal”, pelos anéis de Tolkien e pela piscina capitalista para o neto.
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