sábado, 3 de outubro de 2009

Número de autarquias onde as agências participam (ii)

- E fazer um rascunho amarrotado com um amontoado de ideias soltas? Já conta?

Número de autarquias onde as agências participam

- Ser rapaz do protocolo conta para a estatística?

Público queria direitos que não dá aos outros

"Uma parte da corporação jornalística esteve em histeria a reivindicar para si os direitos que acha que não deve conceder aos outros cidadãos. Felizmente, divergimos."

João Marcelino, Director do Diário de Notícias, in DN

Qual a melhor amiga do assessor charlatão?

- A ignorância do jornalista.

Muito trabalho (iii)

Dois desejos que tenho e que contribuirei para que se concretizem:

1. Consistência e transparência no sector, que melhorem a sua reputação;

2. Desmontar os toureios que consultores sem cartilha aplicam nos jornalistas.

O do fundo da Comunicação fica com o papel incómodo de desmontar as incongruências e os exageros lunáticos. Na tourada das facturações já o conseguimos, vamos ver se nas internacionalizações, nos clientes e noutros temas do sector também ajudamos.

Muito trabalho (ii)

Vem isto a propósito de uma ou outra pseudo-internacionalização que para aí paira. Nem de telefone e fax são. A menos que incluamos os números do Trópico, Polana ou Funana.

Muito trabalho

Comunicar acções tangíveis requer muito trabalho. É mais fácil declarar apenas intenções para os jornais. Ou inventar.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Repetitivos

Gostámos tanto deste jogo que vamos repeti-lo.

Colocar pins no mapa foi divertido. Assim, vamos jogar outra vez. Não conseguimos parar.

Dia 15 de Outubro, o Grupo YoungNetwork entrará noutro país, o que será o terceiro escritório além-fronteiras, depois de Zagreb e Luanda.

Quarta de manhã será revelado o novo país.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Diga de sua justiça

Por Sofia Lima*

É fascinante o tipo de acções postas em prática pelas empresas, via Internet. A Web 2.0 veio revolucionar não só a forma como as empresas se comunicam, mas também o relacionamento com os vários públicos, nomeadamente com actuais e potenciais clientes.

Em 2002, foi realizada uma votação global para determinar a nova cor para os M&Ms: entre roxo, rosa e “aqua”, o roxo foi escolhido por aproximadamente dez milhões de pessoas oriundas de mais de 200 países. A Internet foi o principal canal de comunicação, sem o qual não teria sido possível chegar a praticamente todos os cantos do mundo. Mais recentemente, em Junho deste ano em Portugal, terminou o projecto 7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo que se centrou no interesse dos cidadãos portugueses na história do seu país. Com centenas de milhares de votos, foram determinadas as 7 Maravilhas.

Actualmente, é mais que expectável que todas as empresas disponibilizem uma “linha verde” ou um e-mail com a função “deixe-nos a sua opinião” para garantir o contacto directo entre as pessoas e os departamentos comerciais, de Marketing e afins. Na realidade, a transparência e a receptividade são características da Era da informação digital. Caso contrário, ruma-se contra a maré.

Com a crescente importância dos Social Media, as empresas tendem a deixar de comunicar para as audiências para começarem a comunicar com as pessoas e, consequentemente, a adaptar a sua oferta às necessidades e gostos autênticos dos clientes.


* Senior Consultant
Grupo YoungNetwork

O que acontece quando um consultor perde o emprego?

Fica com menos tempo para escrever no blog.

Mediático, de pouco interesse

O que é mediático não é necessariamente o que é importante, até porque o entretenimento é o que mais cativa a audiência. Vejam os picos dos Gato Fedorento para se perceber que entreter, com ou sem humor, resulta.

Vem isto a propósito, neste caso sem piada, da polémica entre presidência e PS. Espremido não dá um pingo de sumo. Mas dá para fazer manchete de todos os jornais e passarmos dois meses a esquecer as prioridades.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Bom de ouvido

Saber ouvir é uma virtude. Uma qualidade cada vez mais difícil de encontrar nestes tempos modernos. Centrámo-nos de tal forma em melhorar os discursos - orais, escritos, gestuais (!) - que nos temos vindo a esquecer do resto, do Outro, de ouvir.

Não querendo parecer old fashioned, parece-me que temos de investir cada vez mais neste acto de escutar, com atenção, com sentido crítico. Sermos “todos de ouvidos” – essa expressão tão antiquada e cada vez mais em desuso.

Ou um dia seremos obrigados a ter formações na área:

“Como ouvir melhor!”

“Listening Advanced Training”

“Os 10 passos da Escuta Moderna…”

“Ouça, pela sua Empresa!”

Comunicar implica ouvir, mas ouvir mesmo. Com vontade, com predisposição para tal, ouvir com garra, com entusiasmo, com toda a atenção.

E agora schiuuuuu. Pare e ouça…

Relevante

Ler novidades na Media Capital. Vasconcellos scores.