Mesmo à distância tento acompanhar as entrevistas de especialistas de comunicação.
sábado, 18 de julho de 2009
Entrevistas do além
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Anónimo
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quarta-feira, 22 de abril de 2009
Formação (2)
Quando o JD me falou do seu projecto para os jovens universitários achei muito positivo.
Como é óbvio, também assim é a acção da Lift, reproduzida pelo Salvador, e a da GCI, contada pelo Rodrigo. Como outras que possam existir.
E, como lhe disse, vou dizer aquilo que acho mesmo.
O problema das nossas universidades com cursos de comunicação social – pelo menos era no meu tempo e acho que ainda é – é que estão “vocacionadas” (entre aspas, reforço) para criar jornalistas.
Isso, para mim, neste momento, está completamente errado. É brincar com as expectativas dos estudantes e entrar nas carteiras de quem paga os cursos. Claro que depois há mestrados e pós-graduações.
Mas a verdade é que o mercado do jornalismo será cada vez mais exíguo, enquanto as agências e as assessorias especializadas em comunicação terão de ser mais profissionais e esse é o mercado do futuro.
Muitos professores nem sabem o que é uma agência de comunicação e alguns julgam saber o que é uma redacção.
Todo o esforço para colocar no «top of mind» dos alunos as Relações Públicas e as Agências de Comunicação será agradecido no futuro por eles e por quem lhes paga os cursos.
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sábado, 28 de março de 2009
Bola de cristal
Nestes tempos de forte recessão, prevejo um futuro risonho para as boas consultoras e pouco futuro para as más consultoras.
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terça-feira, 10 de março de 2009
Tento na língua
Só para quem se interessa pelo mercado das agências de comunicação.
Já repararam que desde que começámos aqui, neste blog, a fazer contas aos crescimentos alheios e a apontar a inconsistência das facturações fantasiosas, apenas com base em informação dada pela própria concorrência ao mercado, que começou a haver maior tento na língua por parte dos players?
Batalha da transparência vencida. Esta demos de borla ao sector.
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Melhor negócio do mundo
Comprar um director de uma agência de comunicação pelo que ele vale, e vendê-lo pelo que ele pensa que vale.
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Serviço completo
Consultoria de comunicação aqui. Robusta, integrada e completa. Comme il faut.
Peço desculpa aos leitores pela publicidade desencapotada, mas às vezes tenho que dar largas à minha imaginação de copy.
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Aperto-de-mão (iii)
E há regras universais de networking que não vale a pena atirar para o baú. Sei que é tentador ser um broadcaster, sentarmo-nos à frente do PC, comunicar com o mundo, “postar” no blog, actualizar o linkedin e o facebook, twittar para 500 seguidores, mas não chega. Construir relações pessoais é muito mais do que isso.
Desligue o laptop, levante-se, saia para a rua, é hora de dar uns apertos-de-mão. Vá a conferências, marque almoços, seja membro de uma Associação ou Câmara de Comércio, participe em eventos onde estejam parceiros e prospectos, e visite os seus clientes.
Networking. Play it for real!
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Anónimo
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Aquele riso
Quando por vezes lemos sobre ganhos de contas que afinal são trabalhos pro-bono...
É mais honesto nesses casos dizer algo como isto.
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Aquele sorriso
Destaque da Briefing de hoje, na newsletter:
"Nos Estados Unidos chamamos aos rankings [de agências de comunicação] os 'book of lies", Bill Carlson, presidente da Tucker/Hall e da Public Relations Organisation International.
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domingo, 9 de novembro de 2008
Apecom mudou de imagem
A Apecom mudou de imagem e apresentou-a aos associados esta semana. Alterou para uma mais moderna.
Segundo a direcção, o trabalho foi oferecido por uma empresa associada. É informação quanto baste para mim.
Todos os associados que queiram e possam contribuir com ideias e com alguns serviços de apoio, contínuos ou pontuais, devem ser bem-vindos.
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sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Tabuleta à porta...
...e diz "For Sale"
Buzzófias dá grande "cacha" hoje. O preço pedido é elevado e são os grupos internacionais à espreita.
Desconfio. A informação já é falada à boca pequena por muitos dos quadros da agência. Será a venda spinning?
E volto a desconfiar. Qual o interesse do spinning comparado com a instabilidade que já se vive na agência?
A acompanhar.
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quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Grande negócio
Não estalam foguetes no ar, não há algazarra no bairro, gritos estridentes de vitória. Apenas o regozijo, o pequeno "yes" do punho cerrado. Clientes felizes, "que grande negócio estou eu a fazer".
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quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Porque uma agência de comunicação – e o seu líder – nunca terão boa imprensa
1 O obscuro, a imagem de Darth Vader vende mais.
Se perguntarem à maior parte dos fãs de Star Wars quem é a personagem chave, a resposta é simples: Darth Vader.
2 A imprensa não quer volatilizar e fragilizar o seu papel de gatekeeper.
Quanto maior a força de uma agência maior é o temor nas redacções, que permanecem anquilosadas, na influência das mesmas.
3 Os media portugueses acham que o lobista é sinónimo de putrefacção e corrupção, logo têm má reputação.
Enquanto os media não perceberem que o lobi regulado é um sinal de transparência, os media continuarão a contribuir para a opacidade do sistema político e de poderes variados.
4 Jornalistas continuam a achar que as agências são seus inimigos.
Como já expliquei internamente, o lado pedagógico dos consultores de comunicação é tentar promover a cooperação. As agências são parceiras e ajudam o trabalho dos jornalistas. Têm uma relação de confiança com a fonte (pela relação com os clientes) que muitos jornalistas não conseguem. Logo, estão para ajudar e não para dificultar.
5 O poder traz a solidão e cada vez mais inimigos
Quanto maior for a força de uma estrutura maior é a probabilidade de se criar invejas. Então em Portugal!
Assim, tanto ao Luís Paixão Martins como ao António Cunha Vaz, não era difícil de prever que as peças sobre eles não fossem brilhantes.
São dois dos mais importantes players do sector, portanto, o seu peso – e de todas as outras agências de comunicação sérias – e a sua acção ainda são encarados de forma muito duvidosa.
É um trabalho que os profissionais de comunicação deste sector têm de ter em conta mesmo no dia-a-dia do seu trabalho.
Também tenho a certeza que se recorressem a outros “especialistas” a aconselhar consultores – uma nova fórmula que desconhecia, mas pretendo acompanhar – não teriam melhores resultados.
A imprensa (ainda) não gosta das agências de comunicação.
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segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Sentados à espera (II)
Da YoungNetwork revelo eu. O nosso Grupo não está a estudar qualquer processo de consolidação entre iguais. Não que em teoria não seja um processo interessante, mas tem a ver com “fit”. A YoungNetwork é demasiado diferente de outros concorrentes, para que se possa fazer uma integração de sucesso. É cultural e geracional.
Fica a faltar uma agência, mas como uma aquisição/fusão faz-se sempre com duas ou mais empresas, não deverá haver qualquer consolidação entre as dez maiores empresas do mercado.
Podemos ainda incluir a JLM no bolo, o que aumenta as probabilidades de termos mais uma operação. Ainda assim o que se deu há poucos meses foi a saída de um dos sócios.
Junte-se mais um ingrediente: exclusividade. Juntar bases de clientes entre grandes pode gerar conflitos de interesses que façam sair clientes, excepto em casos de complementaridade entre agências.
Historicamente, a única fusão de relevo é a que está para acontecer. Apesar de não me lembrar de todas as operações, o mercado cresceu tanto que as que aconteceram há dez ou 20 anos não têm qualquer expressão contabilística.
Agora, saindo das maiores poderão haver desenvolvimentos mas nunca serão operações de dimensão, nem fusões entre iguais. Aquisições destas já acredito, até porque há aflitos e por consequência preços convidativos.
Temo ser o desmancha-prazeres do cortejo, mas a análise para além da poeira deixa-me mais uma vez a pregar sozinho.
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Sentados à espera (I)
Surgem nem se sabe de onde, ou fazem-nos pensar que não sabemos de onde. Há teorias que são vendidas, assimiladas e turvam as percepções. A última grande invenção do mercado da comunicação foi a consolidação do sector. Sem interesse.
Ora querem consolidação? Seguem os meus inputs. Lamento se os desiludo.
Nas últimas semanas geraram-se algumas conversas sobre consolidação no sector. Players, jornalistas e bloggers alimentaram o tema, trocaram impressões e confidências, concluindo que teremos fusões à vista. Olharam para a árvore, esqueceram-se da floresta. A operação Lift/Imago e algum spinning induziu-os em erro. O actual tabuleiro do sector não dá para grandes fusões nem grandes aquisições, e é por aí que cai este novo mito sectorial.
Peguemos nas dez maiores agências de comunicação. Começamos pela única fusão em vista. Enquanto a Lift digere a Imago, não é provável que se meta noutra. Menos duas. Depois temos as internacionais. Hill & Knowlton, Weber e Porter Novelli têm estrutura de capital sólida e seria preciso o negócio estar a correr muito mal para se fundirem ou venderem a sua participação. Já quanto a aquisições, no actual momento, não vejo que estas empresas, já com presença no mercado que lhes garante a capilaridade da rede internacional, olhem para o nosso mercado. Menos três. Um raciocínio parecido temos face à Parceiros de Comunicação, integrada numa agência de publicidade. Menos uma. Restam-nos quatro.
Das quatro, a Cunha Vaz & Associados teve cisões e desinvestimentos (BAN e Midland) recentemente, pelo que não são prováveis associações para já. O Grupo GCI tem um posicionamento muito diferente, pelo que o futuro passará eventualmente mais pelo aprofundamento das suas ligações internacionais, do que por operações com empresas de cá. Sobra a YoungNetwork e a LPM.
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segunda-feira, 28 de julho de 2008
Sem opções
Se a decisão for a de excluir a Emirec do concurso, a ERC ficará descalça. Como a base de escolha é pequena, menos uma faz diferença.
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sexta-feira, 25 de julho de 2008
Dossier de Comunicação
Publicámos hoje um dossier sobre comunicação. Para lhe facilitar a leitura, fizemos este post como índice.
- YoungNetwork responde a Briefing no seu blog
- do fundo da Comunicação estreia pub tradicional
- RP’s: Fazer o bem e ter crédito por isso
- 10 Regras de assessoria de Imprensa
- Aprenda a fazer networking
- 5 passos para escolher uma agência de comunicação – I e II
- Ranking das agências de comunicação
- Como captar a geração Google
- Estratégia não é tudo, é a única coisa
- “Há agências que vendem serviços que na verdade não prestam”, Opinião de Pedro Santos Guerreiro
- “Agência é facilitador”, Opinião de Álvaro de Mendonça
- “Agência tem de perceber o meio com que comunica”, Opinião de Álvaro de Mendonça
- Dossier de Comunicação completo e organizado em formato blog
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Anónimo
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Ranking das agências
Por João Duarte
Não é conhecido nenhum ranking de agências de comunicação em Portugal. Queremos, com este nosso post, fazer uma aproximação a uma possível lista das maiores agências em Portugal.
Para elaborar o ranking utilizámos os seguintes critérios:
- Fees de consultoria
- Facturação
- Número de consultores
- Tipo de Clientes
- Número de clientes
Para chegarmos aos fees de consultoria pegámos em informação de mercado disponível, tanto recolhida em concursos em que participámos, como de conhecimento que temos de vários contratos. No caso da facturação, a informação pública (registo público das contas), disponível para qualquer pessoa, é uma fonte fiável. O número de consultores foi recolhido em notícias, e também por conversas informais com os concorrentes, ao longo dos últimos tempos. Por fim, tipo de clientes e número de clientes foram verificados nos sites e nos artigos publicados nos Media. Também nos anuários da Briefing e da Meios & Publicidade procurámos congruências entre fontes e dados.
Com esta informação não ficamos com certezas absolutas, mas também sabemos que o nosso ranking está longe de ser elaborado a partir de um dedo molhado no ar, que sente para onde sopra o vento.
Falta dizer, que de entre os critérios, o mais importante é o volume de fees de consultoria, que está relacionado intimamente com o tipo e o número de clientes, e também com o número de consultores.
Segundo os critérios acima referidos, os cinco maiores grupos de comunicação institucional em Portugal são, a ordem é arbitrária, a Lift, a LPM Comunicação, a YoungNetwork, a Cunha Vaz Associados e o Grupo GCI. O número de consultores, o número de clientes, o tipo de clientes (LPM Comunicação e Cunha Vaz Associados fortes em cotadas e entidades/empresas públicas, Lift e YoungNetwork com domínio nas multinacionais, e Grupo GCI bem posicionado em produto) levam obrigatoriamente ao volume de facturação em fees de consultoria.
Fecham o top ten, Imago, Parceiros de Comunicação, Weber Shandwick, Porter Novelli e Hill & Knowlton.
Seguem-se ainda com expressão, C&C, Emirec, Ipsis, Unimagem e, talvez, BAN.
Deixamos de propósito a JLM de fora, porque não temos informação suficiente para nos pronunciarmos.
Quanto à facturação, é critério também levado em linha de conta, mas que nunca poderá ser o principal. Revelo aqui, neste momento, em primeira-mão, que estivemos interessados na compra da Económica, tendo só desistido quando vimos Nuno Vasconcellos da Ongoing a levantar o caderno de encargos, e percebemos que assim não teríamos quaisquer hipóteses. Não que seja muito recomendável uma agência comprar um grupo de Media, nem que estivéssemos muito interessados no negócio em si, mas queríamos aparecer “bonito” no ranking da facturação das agências de comunicação.
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Anónimo
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“Agência tem de perceber o meio com que comunica”
Director do OJE sugere mais atenção à segmentação da informação. Agências têm de aprender a ler os meios e a saber que tipo de informação cabe em cada um. Oiça o podcast com a opinião de Álvaro de Mendonça aqui.
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“Agência é facilitador”
Álvaro de Mendonça fala nas agências como parceiros de negócio, de uma relação biunívoca, como facilitadoras de acesso a fontes de informação organizadas. Podcast do director do OJE aqui.
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