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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Aperto-de-mão (iii)

E há regras universais de networking que não vale a pena atirar para o baú. Sei que é tentador ser um broadcaster, sentarmo-nos à frente do PC, comunicar com o mundo, “postar” no blog, actualizar o linkedin e o facebook, twittar para 500 seguidores, mas não chega. Construir relações pessoais é muito mais do que isso.

Desligue o laptop, levante-se, saia para a rua, é hora de dar uns apertos-de-mão. Vá a conferências, marque almoços, seja membro de uma Associação ou Câmara de Comércio, participe em eventos onde estejam parceiros e prospectos, e visite os seus clientes.

Networking. Play it for real!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Aprenda a fazer Networking

Por Rui Calafate

O networking é uma disciplina pessoal. Depende dos relacionamentos e contactos de uma pessoa.
Precisa de comunicação eficiente para se promover a si e à sua marca. Segundo alguns estudos de mercado, 50 a 70% das pessoas obtiveram o seu último emprego através do networking.
Não é preciso nenhum media-training específico, mas a linguagem corporal, a simpatia, atenção e a informação – sempre a informação – ajudam a estabelecer a conexão com os outros.
O poder de uma empresa aumenta, também, consoante a força do networking dos seus elementos.
Há quem confunda “lobby” com networking. O que não é correcto. No primeiro caso, as relações são motivadas por interesses específicos e objectivos temporais e de agenda que podem ser limitados. O networking é mais uma cadeia de contactos que está sempre disponível a qualquer momento. Vive mais da empatia do que interesse específico.
O lobby tem um limite, o networking – quando bem feito – é muito mais duradouro e decisivo num maior número de momentos.