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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Ministro das Finanças de PSL não vale nas urnas

Bem dito. Numa das suas fraquezas comunicacionais, Santana Lopes aplica a expressão "ministro das finanças" para explicar que consigo haverá rigor nas contas. Pena que Gonçalo Reis não valha nas urnas, aquilo que vale na gestão financeira. É um nome que diz muito a uma pequena audiência e diz pouco às massas.

O ex-Primeiro-Ministro precisava de outro trunfo mediático, um tal de Bagão Félix, por exemplo.

Ainda assim, vale a pena "puxar" por Gonçalo Reis no discurso de campanha.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Manobras na televisão *

Também tenho dúvidas sobre o 5º canal. Cada vez mais sou dos que defendem a privatização da RTP e que a 2 fique com responsabilidades de serviço público e de modelo alternativo aos generalistas.
Não faz sentido, a não ser pelo tique de controlo governamental da informação, que ano após ano se injecte milhões numa televisão que, ainda por cima, também é financiada pelo mercado publicitário.
O investimento publicitário em televisão vai ser muito menor este ano e ainda vai aparecer a TVI 24. O mercado vai fluir, naturalmente, mas a oferta de qualidade vai baixar e irá crescer o telelixo por minuto quadrado. De manhã, à tarde e à noite a oferta dos três canais é praticamente similar. E mais um não vai trazer nada de novo.
No cabo, a SIC-Notícias poderá ser beliscada neste arranque pela TVI, enquanto a RTP-N não descola apesar do investimento feito. Vai ser uma luta interessante, mas sabemos como os hábitos demoram algum tempo a ser alterados.
Deixo uma nota para uma das manobras de marketing mais bem feitas dos últimos tempos: a substituição, por motivos de gravidez, de Fátima Lopes. Só no último momento se descobriu que a estrela era Merche Romero, que é uma das mulheres com melhor energia e simpatia em televisão, apesar de todas as notícias das revistas sociais que causam ruído na sua reputação. Também será uma luta interessante agora que a TVI estava a ganhar neste horário.

*Publicado hoje no OJE

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Subtileza-mor

"Eu não me resigno", in RTP, 02/07/2008, José Sócrates.

Subtileza (II)

José Sócrates evitou falar de Manuela Ferreira Leite.

Eleições à vista e o cuspo que serve de cola

Se ontem um ser verde, com três olhos e duas antenas tivesse desaguado no Planeta Azul, concretamente em Portugal, mais concretamente em frente à televisão, à hora da entrevista do primeiro-ministro, teria percebido que temos eleições à vista.

José Sócrates, um grande comunicador, teve altos e baixos na conversa com Judite Sousa e José Alberto Carvalho. Muito abaixo do seu registo na revelação dos paliativos avulsos para os pobres – deduções fiscais com habitação, subida do IMI abaixo do máximo possível. Quando questionado sobre quanto vai baixar o IMI ou qual o aumento na dedução fiscal balbuciou “não tenho os pormenores concretos” e “não me queria comprometer com números”, numa transcrição livre das suas palavras. Impacto nas contas públicas destas “medidas” também ninguém ficou a saber, mas aposto que são baixos – felizmente, comento eu. Novidades, novidades só a 10 de Julho. Até lá, o cuspo que segure as notas soltas que o staff preparou em cima do joelho.

No plano positivo, a explicação das obras que estão para arrancar. Não tanto pelo esclarecimento se são ou não necessárias, mas pelo entalanço que deu no PSD, que ratificou muitas destas obras no seu último curto reinado. Vamos ter auto-estradas, vamos ter aeroporto, vamos ter TGV e vamos ter barragens. Naquelas em que o Estado não mete fichas podemos estar descansados, porque segundo o primeiro-ministro, os privados fazem muito bem as suas análises custo-benefício. Bom para eles, porque mesmo que as fizessem mal não nos afectaria. E nas contas dos Governos, também podemos confiar?

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Pormenores da RTP

Podem dizer o que quiserem, mas Menezes tem razão.
O que diz a ERC dá razão aos protestos do PSD e justifica ataques à maneira como o PS controla os media.
E ninguém comenta este facto, que é de diplomacia pura e de respeito institucional, e que vou revelar pela primeira vez.
Quando Menezes foi à última entrevista que deu a Judite de Sousa, enquanto líder da oposição, na RTP, acompanhado de Romano de Castro, Virgílio Costa, Luís Montenegro e José Paulo Fafe, nenhum responsável da direcção de informação ou de programas o esteve a receber.
A imagem de um líder de oposição tem responsabilidades protocolares que uma instituição como a RTP deve conhecer e respeitar.
Não respeitou. São pormenores, mas os pormenores, para mim, são muito importantes.
José Sócrates, com quem partilhei muitos minutos simpáticos, aos domingos, nos bastidores dos estúdios da 5 de Outubro, quando era só comentador, tinha sempre uma funcionária das relações públicas da RTP a recebê-lo. São pormenores.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Nenhum canal público de tv

Acabava-se de vez com o dilema da publicidade.

Porque:

1. Estado só regulador

A questão central respeita à exploração directa, pelo Estado, de canais de televisão. O Estado não tem que ter canais de televisão, tal como não tem que ter rádios ou companhias de aviação. Deve ser regulador e não actor.

2. Estado mau gestor

O Estado não é um bom gestor do dinheiro público. Então porque é que o continua a gerir?

3. Estado não compensa falhas de mercado

A televisão do Estado, em especial a RTP 1, não está a servir para colmatar as falhas de mercado mas sim para oferecer o que o mercado já proporciona. Para quê o serviço público de televisão? Ela oferece algo que os serviços privados ou canais Cabo não ofereçam já?

O Tarzan da Caldeirada de Neutrões completa a análise aqui.

Nota: Esta opinião é retirada dos comentários enviados pelos leitores do blog do fundo da Comunicação e não vincula a opinião dos autores do blog.

Metas da RTP

Paulo Marcos, professor universitário, autor do livro Marketing Inovador e quadro superior do BES, define as metas da RTP (e não apenas as da RTP1). Por ordem decrescente de importância enumera-as.

1) Assegurar a coesão nacional, divulgando e promovendo a língua, os hábitos, costumes, cultura e modos de vida portugueses (o que implica um reforço da programação nacional);

2) Servir de promotor da imagem de Portugal nos países e mercados de língua portuguesa (incluindo as comunidades de emigrantes);

3) Auxiliar na promoção da imagem de Portugal juntos dos principais mercados emissores de turistas e parceiros comerciais de Portugal.

Para atingir estes desideratos, a publicidade também pode representar uma certa imagem de Portugal e de suas empresas, influentes para atingir as metas 2 e 3.

Por outro lado, para atingir a meta 1), a mais importante, a publicidade tem também um papel, conquanto secundário, mas importante.

Comentário completo aqui.

Nota: Esta opinião é retirada dos comentários enviados pelos leitores do blog do fundo da Comunicação e não vincula a opinião dos autores do blog.

Regras da publicidade na RTP

A pergunta “Deve a RTP ter publicidade ou não?” deu origem a muito mais considerações sobre o canal público, para além do óbvio sim ou não.

Os assuntos mais comentados foram as regras da publicidade na RTP, o Estado como proprietário de um canal de televisão, a definição de serviço público e a influência dos Governos na linha editorial da estação.

A maioria dos leitores defende que a publicidade na RTP tem de ter quotas definidas, e que actualmente o tempo de anúncios é exagerado, não devendo passar os quatro a cinco minutos por hora (recordo que o actual limite é de seis minutos por hora). Por outro lado, a capacidade de atrair publicidade é também uma medida da popularidade dos conteúdos e dos programas emitidos.

Alexandre Santos Carvalho resume:

- Não colocar conteúdos muito longos sem intervalos.
- Não colocar intervalos muito longos entre conteúdos.
- Não colocar conteúdos muito curtos entre intervalos.
- Não colocar intervalos muito curtos entre conteúdos.

Nota: Esta opinião é retirada dos comentários enviados pelos leitores do blog do fundo da Comunicação e não vincula a opinião dos autores do blog.

Publicidade na RTP: os autores

Na quarta-feira, 27 de Fevereiro, comecei a escrever um post sobre se a RTP deve ou não ter publicidade, mas enquanto escrevia lembrei-me de trocar a publicação da minha opinião pelo desafio de passar a responsabilidade para o lado dos leitores deste blog. O resultado foram 18 comentários colocados no do fundo da Comunicação ou enviados para o meu email, e cerca de mais alguns posts e comentários noutros blogs.

Contribuíram para esta opinião José Pedro Nascimento, Cristiani Oliveira, Victor Gonçalves, Joana Mil Homens, Alexandre Santos Carvalho, Filipa Caldeira, Sandra Gandum, Paulo Marcos, Bruno Cardoso, Koan, Tarzan, Pedro Froes, Martins Alfaro, Duarte Afonso, Flavia Paluello, Bernardo Alegra, Cristina Marques Fernandes, Sof e ainda deu origem no O Insurgente a um conjunto de nove ou dez comentários (embora agora não os consiga encontrar).

Durante a tarde de hoje publicarei em vários posts as opiniões e os argumentos contra e a favor.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Peço desculpa

Peço desculpa aos leitores e bloggers do do fundo da Comunicação. Ainda não escrevi o post sobre se a RTP deve ou não ter publicidade. Para o post contribuiram cerca de 20 pessoas, e a maioria com respostas muito estruturadas, pelo que vou investir mais tempo na redacção do artigo do que o inicialmente previsto. Se perdemos na demora, ganhamos na qualidade dos contributos. Será bem mais completo do que se tivesse sido escrito só por mim.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Deve a RTP ter publicidade ou não?

Caros leitores, bloggers, clientes, jornalistas, consultores, o assunto tem pululado na Imprensa portuguesa de tempos a tempos: Deverá a RTP ter publicidade ou não? Gostava que partilhassem com o blog do fundo da Comunicação a vossa opinião. A ideia é fazer um apanhado de argumentos a favor e argumentos contra.

Podem fazer os comentários na secção própria deste blog ou enviando um email para joaoduarte@youngnetwork.net. No caso do email, enviem também uma nota se quiserem deixar o comentário de forma anónima (neste caso não citaremos a pessoa que fez o comentário).

Na próxima segunda-feira escreveremos um post a várias mãos, expressando nele os diversos argumentos enviados.

Conto com a vossa análise. Obrigado.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Até onde vais com 1000 euros: "Preocupa-nos o troço do Barreiro a Azeitão"

do fundo da Comunicação entrevistou Jorge Vassalo e Carlos Carneiro, três horas antes da partida, que vai ter lugar hoje, às 13 em ponto, no Terreiro do Paço. Os dois aventureiros levam no bolso 1000 euros cada um para chegar o mais longe possível. Esta entrevista foi a possível, enquanto arrumavam a sua tralha, afinavam as bicicletas, e disparavam entrevistas para todo o lado. SIC, RTP e TVI tiveram a mesma ideia que do fundo da Comunicação e estavam lá pela fresquinha. Tivémos que esperar pela nossa vez. Aqui fica toda a verdade dos autores do Até onde vais com 1.000 euros.

do fundo da Comunicação (dfdC). Vamos directos ao assunto. O que vão fazer com a nossa massa?

Jorge (J). Vamos tentar ir o mais longe possível. Queremos mostrar que, para se viver uma grande aventura, não é preciso ser muito rico - qualquer um, desde que realmente queira, pode ir onde quiser.

dfdC. De onde surgiu a ideia?

J. De um desafio. Há algum tempo que queríamos desenvolver um projecto relacionado com viagens. O que podia ser uma limitação (ter apenas mil euros) acabou por ser o "gancho" desta viagem.
Carlos (C). E felizmente correu bem, chamou a atenção das pessoas.

dfdC. Qual o vosso objectivo com esta viagem?

C. Para além dum regresso com pernas à Rambo, cumprir o sonho de viajar através de um projecto. Poderemos chamá-lo de "experiência de comunicação".

dfdC. Quais foram os preparativos? O Fernando (mecânico brasileiro - ver vídeo aqui) acha que as vossas biclas são de supermercado…

J. E são! Mas há quem corra a maratona descalço...

dfdC. E o curso de auto-defesa? É só para usar na Mauritânia?

J. O curso de auto-defesa foi uma brincadeira para o blog. Preocupa-nos mais o primeiro troço, do Barreiro a Azeitão, com os camionistas mal dispostos.

dfdC. Já os vimos pedalar nas paredes de Lisboa (beamvertising). Como vai ser no deserto?

C. Não estamos muito preocupados, levamos protector solar.

dfdC. O que querem provar com esta acção muito à frente?

C. Apenas que as grandes aventuras dependem mais de grandes vontades do que bolsos recheados.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Diga lá Paulo Rangel

Vi a Voz do Cidadão até ao fim. Quero ser um telespectador informado sobre a problemática das alterações de programação e um zeloso controlador dos horários dos programas.

O zapping levou-me até ao Diga Lá Excelência, a passar na RTP2, numa co-produção com Renascença e Público. O entrevistado era Paulo Rangel, que confirmou que está à vontade em muitos dossiers, que tem agenda própria e que é um bom comunicador.

A seguir com atenção.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

O tele-apresentador

Já há muito tempo que não via tanta televisão durante um serão. Liguei o aparelho antes das 21, e pouco depois começou a Voz do Cidadão na RTP1.

Paquete de Oliveira inicia a visita às nossas casas com uma felicitação a todos os telespectadores. O provedor repete a palavra telespectador tanta vez que verifico o calendário para ver em que década estamos. De seguida passa-se a palavra a alguns telespectadores muito representativos. Nota-se que há ali critério de amostragem na medida que cada um, com alguma bondade, se representa no máximo a si próprio. Há uma telespectadora zangada porque a programação e os horários não são cumpridos. E não avisam com tempo as alterações. Outra telespectadora não concorda com a repetição do Gato Fedorento. Entretanto, Paquete de Oliveira volta para contar a queixa do telespectador de Macau. Outra telespectadora concorda que Quem quer ser milionário é serviço público porque ensina o zé povinho, já o Preço Certo não é. O Ghandi passou para a meia-noite, e uma telespectadora que nunca tinha visto não pôde ver porque era muito tarde. Não há direito.

Uma sugestão de serviço público para José Fragoso, novo director de programas da RTP: tirar a voz a Paquete de Oliveira. Se for pedir muito, pelo menos do horário nobre de sábado.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

2- O que Sócrates perde com o Tal Canal...

Se escolher Joaquim Oliveira, Sócrates perde Correio da Manhã, Jornal de Negócios e Sábado. Sem esquecer SIC e Expresso. E a Renascença também já perdeu desde o referendo ao aborto.
Difícil gestão quando fica na sua mão Grupo Estado (RTP, Antena 1 e Lusa), TVI (garantido desde o afastamento de Manuela e entrada da PRISA), todas as rádios Media Capital, nomeadamente Comercial e RCP, Visão (é da Impresa, mas é há muito tomada pelo “clube do stress”), DN (a crescer), JN (segundo maior jornal do país e número 1 a Norte), TSF (rádio actualmente conhecida entre deputados do PSD como PSF, tal é a propaganda instalada), Sport TVe 24 Horas, bom para as capas populares e a quem o Governo vai dar mais importância e notícias a partir da Primavera, para contrabalançar com o CM.
Mas o PS, que não manobra ao acaso vai tentar compensar Balsemão e dar qualquer coisa à Cofina. Vai ser importante controlar tudo, sobretudo com o poeta à solta. Vamos ver é se o que vai dar interessa aos "players" perdidos.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

RTP "bem preparada"

Quando o novo líder da RTP trata um jornalista por “locutor”, está à vista que tem muito para aprender.
Quando o novo líder da RTP avisa que será ele a escolher a cara de um concurso, é de temer o pior.
Quando o novo líder da RTP perde a galinha (os gatos) dos ovos de ouro do canal para a concorrência, parece que a RTP se transformará numa espécie de canal.
Quando o novo líder da RTP ainda não conseguiu escolher uma direcção de informação, parece que vamos ter angústia nas decisões.
Quando o novo líder da RTP e um seu administrador dizem completamente o contrário, ambos em pleno Parlamento, é sinal dos desencontros do futuro.
Quando o novo líder da RTP estiver “bem preparado”, já o descontrole das contas ante-Almerindo Marques regressou.
Quando o novo líder da RTP perceber de televisão, o serviço público estará, muitos pontos atrás, em terceiro lugar.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Diz que é uma espécie de transferência

Nuno Santos já marca. Logo ao fim de poucos dias, o primeiro golo. Gatos voltam à SIC. Em Setembro aí estão eles para roubar share à TVI e à RTP. O Sol conseguiu o furo.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

De comandante a capitão na dança das cadeiras

António José Teixeira é o novo director da SIC Notícias, depois de ter sido apeado do cargo de director do Diário de Notícias por João Marcelino.

Ricardo Costa tinha, há pouco tempo, saído de lá para director-geral adjunto da SIC.

Nuno Santos chega a Carnaxide, vindo da RTP, para assumir a direcção de programação da SIC, SIC Internacional, SIC Radical e SIC Mulher.

Francisco Penim larga a cadeira para Nuno Santos e vai para director coordenador de conteúdos da Impresa Digital.

Duas notas para já:

1. Haverá mais mexidas em breve, como consequência destas.

2. A Penim saiu-lhe a fava. Impossível não ler a despromoção nas entrelinhas. E como diz um amigo meu, de quem fui assessor, "não há que ter problemas em passar de comandante a capitão. Não pode é ser no mesmo barco."

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Desafios da RTP, segundo Ponce Leão

O actual presidente interino da RTP, Ponce Leão, explicou ontem no Diário Económico os desafios da próxima administração da RTP.

1. Garantir estabilidade económica
2. Manter as actuais audiências
3. Conseguir boa transição para a televisão de alta definição
4. Posicionar-se bem na TDT
5. Lançar ou não mais dois canais: conhecimento e infantil
6. Preparar-se para nova plataformas: móvel e Internet

Acrescentaria uma sétima, contrariando Ponce Leão: Manter o pivot preferido dos portugueses na estação (é considerado pelo estudo da Obercom, o mais popular, o mais credível e o mais divertido).