Mostrar mensagens com a etiqueta Joaquim Oliveira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Joaquim Oliveira. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Mais poderes para Mourinho

João Marcelino acumulará a direcção do DN com a responsabilidade geral de todas as publicações do grupo Controlinveste.
Resultados tem. Foi assim no Record e no Correio da Manhã e tem sido assim com o DN.
As linhas editoriais podem ser discutíveis, mas os resultados estão aí. Daí ser considerado o “Mourinho” da imprensa.
Joaquim Oliveira acertou quando optou por uma pessoa de sua confiança pessoal. Vai ser assim também no novo canal televisivo e será José Eduardo Moniz. O Mourinho da televisão.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

5º Canal a três

Começa a ser quase definitivo o acordo tripartido para o 5º canal generalista de televisão.
A aposta do Governo sempre foi a de compromisso, politicamente correcta, agradando a gregos e troianos.
E assim o Governo quer envolvidos na aliança a Cofina (pela liquidez), a Global/Olivedesportos (pela experiência) e a Zon (pela infra-estrutura).
É um cenário angelical – que Balsemão e a Prisa estão a acompanhar com atenção.
Aqui, para mim, há um problema grave. A gestão de personalidades de Paulo Fernandes e Joaquim Oliveira. Completamente incompatíveis.
As construções de cenários às vezes pecam por um pormenor. É que esquecem o factor humano. E tudo no mundo depende deste factor. (ver mais aqui)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

1- O Tal Canal...

Este ano assistir-se-á nos jornais a um braço-de-ferro silencioso entre Cofina e Grupo Oliveira.
O objectivo é o novo canal aberto generalista que Sócrates já anunciou.
Eu tenho quase a certeza que Sócrates já escolheu Joaquim Oliveira, pela amizade pessoal e diversas ligações mais ou menos conhecidas.
Mas Paulo Fernandes, neste momento, tem liquidez, tem três títulos interessantes e que o poder político não pode desprezar. Sócrates não se pode dar ao luxo de perder simpatia no “Correio da Manhã” (maior jornal do país), na “Sábado” (a revista em crescimento constante e muito bem feita) e “Jornal de Negócios” (muito influente nos meios financeiros).
Na questão do novo canal, a escolha do Governo ainda pode ser uma questão de lobby. E a Cofina ainda pode mudar a decisão. Basta manobrar e “dar a entender a sua força”. Isto é trabalho de “PR people” e não de “Ad people”.
Atenção às manchetes e às estratégias a afinar pelas direcções editoriais. A pergunta que se fará, internamente, até à decisão final será: vamos alimentar o ego do Governo ou atacá-lo severamente?

2- O que Sócrates perde com o Tal Canal...

Se escolher Joaquim Oliveira, Sócrates perde Correio da Manhã, Jornal de Negócios e Sábado. Sem esquecer SIC e Expresso. E a Renascença também já perdeu desde o referendo ao aborto.
Difícil gestão quando fica na sua mão Grupo Estado (RTP, Antena 1 e Lusa), TVI (garantido desde o afastamento de Manuela e entrada da PRISA), todas as rádios Media Capital, nomeadamente Comercial e RCP, Visão (é da Impresa, mas é há muito tomada pelo “clube do stress”), DN (a crescer), JN (segundo maior jornal do país e número 1 a Norte), TSF (rádio actualmente conhecida entre deputados do PSD como PSF, tal é a propaganda instalada), Sport TVe 24 Horas, bom para as capas populares e a quem o Governo vai dar mais importância e notícias a partir da Primavera, para contrabalançar com o CM.
Mas o PS, que não manobra ao acaso vai tentar compensar Balsemão e dar qualquer coisa à Cofina. Vai ser importante controlar tudo, sobretudo com o poeta à solta. Vamos ver é se o que vai dar interessa aos "players" perdidos.

3- E o novo director do Tal Canal será...

Se a Cofina não se despachar, será José Eduardo Moniz.
Joaquim Oliveira demorou muito tempo a assumir os títulos que comprou à Lusomundo, o que os levou à sua desvalorização.
Ao contratar João Marcelino para comandar todo o seu grupo editorial, Oliveira viu que era tempo de ter Mourinhos de confiança na sua equipa. Em televisão será o mesmo. Será José Eduardo Moniz, seu amigo pessoal e com vontade de ter um outro desafio difícil, mas para ganhar, na sua carreira.
Se a Cofina se despachar, para Fernandes, será Manuel Fonseca. Neste capítulo as decisões já estão tomadas, mesmo.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Elementar, meu caro Watson

Sir Arthur Conan Doyle descreveria a situação recorrendo a uma das frases do célebre investigador Sherlock Holmes: "Elementar, meu caro Watson".

Francisco Penim abandonará a SIC e o Grupo Impresa. Era o que devia ter acontecido logo no primeiro momento, quando largou o comando da SIC e foi anunciado que seria o director coordenador de conteúdos da Impresa Digital. Poupava-se o segundo momento de comunicação negativa para o ex-comandante.

Penim nunca foi o super-homem que um dia Clara de Sousa lhe chamou em capa cor-de-rosa, mas vale mais do que a sua actual cotação de mercado. A TVI que esteja atenta. Eu, se decidisse, ia buscá-lo, até para explorar o conhecimento e o sucesso que experimentou quando liderou os temáticos de Carnaxide (além dos não divulgáveis segredos da concorrência, que não são transferíveis...segundo me dizem...pois...pois). Até porque a TVI vai finalmente, em 2008, lançar-se nos canais temáticos por cabo.

Se a estação de Queluz não aproveitar, ou sentir anti-corpos a Penim, cá estará o próximo player - Joaquim Oliveira ou Paulo Fernandes - para o aproveitar.

Blogografia: De comandante a capitão na dança das cadeiras

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Oliveira e Fernandes aplicam KO...

...a Balsemão e Polanco

Novo canal vai ser realidade. De acordo com a Lusa, o Governo aprovou, em Conselho de Ministros, a abertura de um concurso público para um novo canal generalista em sinal aberto na televisão portuguesa. Saberemos se finalmente Joaquim Oliveira ou Paulo Fernandes chegam ao almejado negócio.

Aguarda-se que a Impresa e a Prisa vendam as suas operações, já que nas palavras dos seus responsáveis seria nefasto para o mercado e todos os sectores iriam sofrer muito. Vendam, vendam, antes que as operações desvalorizem ainda mais.

Já temos internamente as nossas previsões, bem como uma teoria da conspiração, mas a seu tempo o Rui escreverá sobre isso.

As agências de comunicação apoiam o novo canal, como escrevemos no final de Novembro.