sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

do fundo da Comunicação no Jornal de Negócios


Nova citação do fundo da Comunicação, o que garante a média de uma citação por mês nos Media em 2007.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Feliz Natal e Grande 2008!


quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Casual day na YoungNetwork

Já há muitos anos se instituiu em várias empresas o causal day. Primeiro de uma forma aberta, depois quando os mais ambiciosos começaram a aparecer de calção, alças e havaianas percebeu-se que talvez o casual day tivesse que ser casual mas com alguma moderação: calça pelo sapato, camisa, saia abaixo do joelho, etc..

No Grupo YoungNetwork, optámos por celebrar o nosso casual day com este look descontraído:


PS: Esta obra é da autoria de André Mendes e foi criada hoje por sua livre iniciativa (o nosso livro de ponto não lhe perdoará os cinco/dez minutos gastos nisto). E sucedeu a um conjunto de 50 emails de histeria no Grupo pelos dois dias de folga - 24 e 31 - que a gerência ofertou.

Mais duas revistas em 2008

Com discrição, mais duas revistas serão lançadas lá para a primavera de 2008.

Será no mercado de publicações de topo, isto é, para segmentos A/B, com bons textos, boa impressão e qualidade gráfica.

Uma será na área das viagens, a outra entrará para o mercado de influência, com protagonistas da política e negócios.

A empresa editora tem feito notícia. Do fundo da comunicação promete acompanhar e continua atento.

Perfume...

Que não se assustem, os que vibraram com a obra de Patrick Süskind. Não há nenhum novo serial killer em busca do aroma ideal. Nem na nossa simpática terra que era o Porto, agora pincelada com tons de Palermo.

O candidato conservador, e favorito, nas eleições presidenciais sul-coreanas, Lee Myung-Bak, decidiu, com originalidade, oferecer perfumes Chanel nos comícios.

Justificação do seu porta-voz: «para que o aroma de lavanda e flores ajudem os eleitores a lembrar-se de Lee».

Por cá ainda proliferam as canetinhas e, em alguns sítios, os electrodomésticos…

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Cabine pública


Na redacção de um jornal português discutia-se na última semana o problema do recurso excessivo às agências como fonte primeira de notícias. Num dos suplementos calcula-se, adiantou um dos editores, que 90% das notícias estejam a ser induzidas por fonte organizada, neste caso, de agências de comunicação. No resto do jornal, essa percentagem cai para os 75%.

Os jornalistas levaram então uma reprimenda pela sua "inércia", conquanto o número de telefones foi reduzido ao mínimo em cada piso, a largura de banda estreitada e transportes públicos para toda a gente de agora em diante, que as notícias não têm pressa.

Proactividade sim, gastos não. O EBITDA agradece.

O ano do rato


Texto que escrevi para a Meios e Publicidade, integrado no artigo 10 ideias para 2008 e publicado na passada sexta-feira.

O ano do rato

Nestes textos de tendências de final de ano sobrevaloriza-se os próximos doze meses. É característico do Homem. O período de tempo que mais nos interessa é sempre o futuro próximo – a próxima hora, o dia seguinte, a agenda da semana que aí vem.

Contudo, as tendências não se esgotam num ano, fazendo mais sentido balizá-las em triénios, quadriénios e, até, décadas. Donde o que escrevo aplica-se nuns casos a 2008, noutros a anos sucessivos.

Dois acontecimentos que marcarão 2008 são, indiscutivelmente, os Jogos Olímpicos em Pequim e as eleições americanas. Tratam-se de pontos de partida. Nos Estados Unidos, espera-se a vitória dos democratas para permitir a reviravolta diplomática nas relações com o resto do Mundo. Enquanto no Oriente, pede-se que a montra olímpica seja mais um passo para nos aproximar da China, naquele que será segundo o seu calendário o ano do rato.

Um pouco por todo o lado, espera-se que a Internet continue a galgar terreno, com o investimento da publicidade a passar pela primeira vez a rádio: oito contra 7,9%, de acordo com a ZenithOptimedia. O investimento na Net aumentará a uma taxa seis vezes maior que nos outros Media.

Por sua vez, o crescimento das comunidades online será uma evidência e obrigará a comunicação a adaptar-se. A dispersão do público causada pela transferência da audiência de meios tradicionais para os social Media – blogs, youtube, myspace, facebook, hi5, linkedin, etc. – obrigará a novas estratégias e ferramentas para acertar nos alvos.

Em Portugal, o advento da Televisão Digital Terrestre (TDT) traduzir-se-á em mais canais – fechados e abertos –, a par da proliferação de canais na Internet, mais regionais e mais direccionados.

Algumas ameaças, muitas oportunidades.

Venture Media compra Elite e Hotéis&Viagens

A Venture Media comprou a revista Elite, Negócios & Lifestyle e a Hotéis&Viagens.

Ver notícias ali e acolá.

Ver coincidências aqui.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Quanto mais transparência melhor

A APCT vai, a partir de 2008, ter mais atenção à venda de assinaturas para o mesmo assinante. O interesse é verificar se a venda é em bloco, e portanto menos valiosa do ponto de vista publicitário, ou se cada jornal distribuído é efectivamente lido por um ou mais leitores. Ver notícia da Meios & Publicidade aqui.

Outro dado importante: tenho apanhado na entrada de várias empresas alguns gratuitos, que ali se acumulam sem serem tocados. Será que os números de distribuição têm em conta estas sobras? Os gratuitos costumam considerar o número de distruibição como número de leitores...

A ter em conta para anunciantes e comunicadores.

Manobras

Irei passar sempre a descrever manobras de spining bem feitas – e mal feitas – uma espécie de memória de algo que, por vezes, me atribuíam noutros tempos. Com o nome que está no título.
Esta, mais uma vez, é do mago da comunicação política: Nicolas Sarkozy, o próprio, sem spin doctors por trás.
Como diz o L`Express, o «primeiro presidente americano francês».
Depois do divórcio – péssimo para um homem de Estado – nada melhor que uma nova relação que suscite empatia e invejas.
Então Sarko pensou: porque não a Carla Bruni, ex-super modelo e agora cantora?
Captados por dezenas de fotógrafos na Disneyland de Paris, aí estão juntos, a suscitar os sonhos de quem compra as revistas “rosa”, também há muitas delas em França.
Para ver mais aqui.
Sarko promete muita manobra, a primeira aqui publicada foi o seu “jogging” em Nova Iorque com a t-shirt preferida: a da NYPD.

Alguém me contou...

Que um pequeno grupo de comunicação, que nunca deu um passo maior do que podia dar – e a isso chama-se racionalidade na gestão – foi vendido na semana passada.
São revistas de pequena tiragem de boa qualidade, especialmente a com mais anos no mercado. O negócio deixou bastante satisfeito o meu amigo, que as conduz com discrição e sabedoria desde os seus primórdios.
Os parabéns pelo negócio, que as revistas de meios deverão anunciar nos próximos tempos, e o desejo que continue a estar no mercado editorial português. Tenho quase a certeza que novos projectos estarão na forja, a YoungNetwork seguirá com atenção.

A última

Para quem quiser saber as últimas sondagens americanas consulte www.americanresearchgroup.com e confirma o post anterior.
Nos Democratas, Hillary com grande vantagem sobre Obama, que precisa mesmo de uma vitória numa das três primárias.
Nos republicanos, Huckabee ao lado Giuliani, Romney que apostou forte nos primeiros estados pode surgir como cavalo vencedor.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Ela ou ela, ou ele

Na recta final das primárias americanas o que podemos dizer que mudou desde o início, que expectativas ainda estão ao rubro, o que nos dizem as sondagens.
No campo Democrata, ou ela ou ela. Quer isto dizer que Hillary Clinton continua, como no início, imparável. Daí que o mago das vitórias de W. Bush, Karl Rove, tenha vindo nesta semana dizer o evidente. Que o seu principal adversário, Barack Obama, precisa de pelo menos uma vitória nos três primeiros escrutínios, em Iowa, New Hampshire (NH) e Carolina do Sul (CS), ou então “finito”.
Assim, surge no palco a outra ela, a 9ª pessoa mais poderosa do mundo, segundo a “Forbes”, Oprah Winfrey, a última cartada do senador negro que não tem o apoio maioritário dos “afro-americanos”, terreno esse da família Clinton.
Mas se no Iowa, Obama tem mais dois pontos que Hillary, no NH e CS, a mulher de Bill ganha em passeio. E nas sondagens em 28 estados, Hillary anda em média na casa dos 35% e Obama nos 20%. É um duelo em que, se houver inversão, Oprah terá sido a chave.
Nos republicanos, tudo ao molho. Giuliani aparece como o mais bem posicionado para derrotar o candidato Democrata; Mc Cain numa queda vertiginosa desde que o seu staff se apercebeu que ele era um perdedor e o abandonou; Fred Thompson nada e não disparou; Mitt Romney, como já o tinha escrito, apostou na estratégia correcta e gastou em televisão nos três primeiros estados para surgir como cavalo vencedor; e agora surge o furacão Huckabee, governador do Arkansas, em crescimento diário e a galgar posições. Giuliani só ganha na SC, Romney em Iowa e NH, mas com Huckabee a morder.
Se dos Democratas será uma ela o factor decisivo, a incógnita é saber quem é o ele republicano da equação para a corrida à Casa Branca.