Foi do entusiasmo. Não verificámos todos os meios que podiam ter publicado a notícia, apesar de termos feito alguma pesquisa. E como o director de um jornal nos tinha dito que a Lusa é que tinha dado a notícia, ficámos por aí.
O nosso leitor Filipe Marques, a quem agradecemos, repôs a verdade. Chegámos à notícia por fontes próprias, mas a "cacha" a seu dono: é do Público.
Ou pelo menos é até algum leitor enviar nova informação.
Obrigado Filipe.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
do fundo da Comunicação bate Lusa, mas não bate Público
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do fundo da Comunicação bate Lusa por 17 minutos
do fundo da Comunicação não está aqui em nenhuma competição com os Media, obviamente. Provavelmente e por coincidência escrevemos a peça ao mesmo tempo que a Lusa. Publicámos a nossa às 16:22 e a Lusa publicou a sua às 16:39.
Fui informado por um director de um jornal que a Lusa já tinha dado a notícia, pelo que fui ver a hora. Se fosse anterior à nossa teria que desmentir o post anterior, na medida em que já não teria sido uma "primeira mão". Mas assim confirma-se: Martim Avillez Figueiredo na Sonae e do fundo da Comunicação fica com a "cacha".
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16:58:00
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Martim Avillez Figueiredo sai para a Sonae
do fundo da Comunicação avança em primeira mão que Martim Avillez Figueiredo, director do Diário Económico, está a caminho da Sonae, provavelmente para trabalhar próximo de Paulo Azevedo. Informação de fonte próxima do processo.
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Martim Avillez Figueiredo deixa DE
O director do DE vai sair do jornalismo, de acordo com o Negócios.pt.
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15:36:00
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Político que percebe de comunicação
Anteontem, na Assembleia da República, um político que agora prefere estar discreto, dizia-me que, em termos de comunicação, «é sempre bom para um avião ter uma torre de controle que o ajude a chegar ao destino».
As agências de comunicação gostam de políticos que percebam de comunicação.
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Old news
Comunicado ontem a compra do Sol pela Cofina. Comunicado no início de Setembro no do fundo da Comunicação.
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Troquem de agência, mas deixem a Cláudia
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Pê Jotinha
A Pê Jota está a ficar num beco onde pode não encontrar saída. Estamos a assistir, em directo, à falência da instituição. A falta de resultados, tal como na Luz ou em Alvalade, vai fazer cair primeiro treinadores, depois directores-gerais e por fim a própria instituição.
Ele é Aurélio Palha, patrão da noite portuense. O que aconteceu?
Ninguém viu, ninguém sabe.
Ele é Maddie McCann. Sumiu? Como? Porquê?
Passam seis meses e a Pê Jota mantém em aberto todas as hipóteses.
Ele é homicídio à bomba. E agora? O que esperar?
Lá para as calendas continuaremos a ler nos jornais que as provas são inconclusivas.
Ele é dezenas ou centenas de crimes anónimos por resolver.
Depois da notícia costumeira no Correio da Manhã ou no 24 Horas tudo será esquecido, não esclarecido.
O clima de impunidade que se vive corrói o efeito dissuasor que a lei e ordem devem garantir. A Pê Jota precisa de mostrar resultados imediatos nalgum destes casos. Necessita de os comunicar para repor a confiança da população. É um problema, primeiro de eficácia e depois de comunicação.
De nada vai valer à Pê Jota nem ao Ministério Público a proximidade com os Media, garantida pela passagem de escutas em primeira-mão, de acordo com os seus interesses para influenciar a opinião pública (alguém ainda tem dúvidas de quem as coloca cá fora? Talvez só o “naif” Souto Moura acredite que foi “um passarinho que segredou”…), para a livrar do enxovalho que é não ter nada para apresentar. Também as parangonas bombásticas com as Operações Furacão, Casa Pia ou Apito Dourado não os salvarão. Todos estes posteriormente encalacrados nos Tribunais anos a fio.
Entradas à campeã e saídas sob lenços brancos. Caminhas triste, Pê Jotinha.
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
IPRA Summit
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Receita, por Tony Blair
A receita para a Europa, para o homem que comandou o Reino Unido na última década, é concretizar e aprofundar a relação entre os Estados membros. Estes desafios só podem ser vencidos globalmente e o Mundo precisa de uma União Europeia mais forte. A Europa precisa de mais poder político, militar e económico. E só o consegue fazer com uma política diplomática única e uma política de defesa única. Neste cenário, é fundamental ter capacidade militar, o que se consegue juntando forças.
Além de uma Europa forte, a aliança com o Estados Unidos também tem de ser forte. Neste ponto, ficou o recado: "muitos podem discordar de Bush, mas no essencial defendemos, Europa e Estados Unidos, a mesma coisa". Com efeito, os valores de base são os mesmos: liberdade, sociedade de direito, justiça e democracia.
Quando não ajudamos os outros povos, não os conseguimos convencer destes valores. Na divisão do Mundo em vários blocos, nesta nova Era, é prioritário entendermo-nos a Ocidente e criar uma força única capaz de influenciar outros países, nomeadamente em África. Tony Blair rematou: "Acredito que pessoas livres preferem os nossos valores. Eu acredito nisso".
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Desafios, por Tony Blair
Segundo o ex-inquilino do número dez de Downing Street, onde permaneceu dez anos, temos quatro desafios que são ao mesmo tempo ameaças e oportunidades.
1. Globalização. As pessoas têm de se adaptar constantemente a novas conjunturas. A ascensão da China e da Índia agora o obrigam. Estes países estão neste momento a passar pela revolução industrial, que os fará passar de uma estrutura eminentemente agrária para outra secundária e terciária. E a ascensão não está confinada às suas fronteiras, sendo já economicamente extensível a todo o mundo, e politicamente a África.
2. Energia. Duas faces da mesma moeda: por um lado, a instabilidade energética que se vive, com a Europa a necessitar de ser menos dependente das fontes de energia de Rússia, Médio Oriente e outros países instáveis; por outro lado, a questão ambiental associada, onde teremos que fazer um acordo global para combater as mudanças no clima.
3. Terrorismo. Tony Blair tem razão quando diz que esta ameaça não consegue ser vencida pelos meios convencionais.
4. Migração. Os fluxos de movimentos de pessoas em todo o mundo, dentro de cada país e de uns países para outros, está alterar as comunidades, que pela volatilidade se tornam mais instáveis socialmente.
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Alô Venezuela!
Durante quase um mês divulgámos neste espaço as manobras de propaganda de Hugo Chávez. A partir das longas emissões Alô Presidente tentámos alertar para as claras violações democráticas impostas pelo presidente venezuelano.
Apesar da "esmola aos pobres" para camuflar a verdadeira essência da reforma constitucional, o referendo não passou (ver notícia do Público). A revolução que Chavez quer impor não deu resultados em lado algum, e a tentadora ideia de dar aos pobres - e na Venezuela há uma esmagadora maioria de pobres - o peixe em vez da cana já sentenciou muitos outros países. A história teima em dar razão ao modelo democrático e de capitalismo social para a evolução dos povos.
Seguiremos atentos ao assunto, para denunciar o contra-ataque do regime.
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sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Mais profissionais
Maquiavel dizia que os “preconceitos estão mais enraizados do que os princípios”. Estava certo, quando pensamos, na generalidade, qual a imagem que os portugueses têm dos políticos.
Uma das referências na análise e no combate à corrupção, Paulo Morgado (administrador-delegado da Capgemini), em entrevista ao OJE, salientava, bem, que “a percentagem de incompetentes em Portugal é muito superior à dos competentes”, apesar de também reconhecer que existem pessoas “muito competentes na Administração Pública”.
Para aumentarem as competências, no meu entender, é necessário mais profissionalismo, mais especialização. Dai que eu conteste analistas que verberam contra os profissionais da política. Neste sector, como em todos, há bons e maus.
E, salientando dois casos, também há quem trabalhe para melhorar a relação eleitor-eleito e a imagem dos partidos, tendo em vista o reforço da credibilidade da actividade política e uma maior profissionalização.
Discreto, mas com talento inegável, António José Seguro fez uma brilhante reforma do Parlamento. No estatuto do deputado, cria condições de trabalho ao nível dos congéneres europeus, o que implica maior responsabilização do eleito e maior possibilidade de contacto ao eleitor.
Há dois anos, em conversa telefónica, sugeri a Luís Filipe Menezes que profissionalizasse o partido, que lhe desse capacidade de resposta moderna e bem preparada, com gabinetes técnicos competentes. Voltei a falar-lhe nisso, há pouco tempo. Hoje, segue esse caminho.
Estes são dois casos em que os políticos profissionais perceberam que a sua actividade tem de ser super-profissional. E a credibilidade dos mesmos aumenta.
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11:37:00
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