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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Alô presidente: até ao fim

Hugo Chávez baralha e dá de novo. Ler aqui.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

"PR people" ou "Ad people"?

De Espanha vem a frase do dia na área da comunicação política, e vem transcrita na última página do “Correio da Manhã” de hoje.

«É uma estratégia 100% publicitária. Vamos vender Zapatero como uma Coca-Cola ou um modelo Dolce&Gabanna», diz o chefe de campanha do PSOE nas próximas legislativas, Juan Luiz Bastos.

Karl Rove defende o contrário, a propósito das eleições americanas, e eu confio mais em Rove. Mas este não deve cair muito no goto dos que tentam vender o “novo” ZP, o brand de Zapatero quando derrotou o PP. O “novo” produto que agora já não é “challenger” porque está no poder.

O primado da comunicação sobre a publicidade nos novos tempos da política tornou-se óbvio. A adaptação de perfis difíceis a novas realidades é a maior tarefa dos consultores de comunicação na área da política (explicarei melhor num post só sobre Rudy Giuliani).

Como é hábito em Portugal ainda estamos atrasados.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Alô Venezuela!

Durante quase um mês divulgámos neste espaço as manobras de propaganda de Hugo Chávez. A partir das longas emissões Alô Presidente tentámos alertar para as claras violações democráticas impostas pelo presidente venezuelano.

Apesar da "esmola aos pobres" para camuflar a verdadeira essência da reforma constitucional, o referendo não passou (ver notícia do Público). A revolução que Chavez quer impor não deu resultados em lado algum, e a tentadora ideia de dar aos pobres - e na Venezuela há uma esmagadora maioria de pobres - o peixe em vez da cana já sentenciou muitos outros países. A história teima em dar razão ao modelo democrático e de capitalismo social para a evolução dos povos.

Seguiremos atentos ao assunto, para denunciar o contra-ataque do regime.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Venezuela e democracia

Por Margens de Erro, o blog de Pedro Magalhães, director do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica. Vale a pena ler.

Não te processo

Deputada venezuelana invade estúdio e agride jornalista. Ver peça da Sic Notícias aqui.

Deixo aqui algumas peças do youtube sobre Iris Varela.

- Peça 1
- Peça 2
- Peça 3

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Silêncio contundente

Farto dos insultos de Hugo Chávez e Daniel Ortega a José María Aznar e às empresas espanholas, o Rei de Espanha mandou calar energicamente o presidente venezuelano, para depois abandonar a sala de forma ostensiva como resposta aos impropérios do chefe de Estado da Nicarágua.

A força das palavras e da linguagem corporal não vale só por si. Vale sobretudo o prestígio, a autoridade e a credibilidade de quem se expressa. E conta o ineditismo das palavras ou gestos, para amplificar a contundência. Nunca em 32 anos de reinado, o Rei Juan Carlos tinha tido gestos tão simbólicos como os do último fim-de-semana no Chile. O gesto de Juan Carlos foi um cartão vermelho, não apenas de Espanha, mas de todos os outros países conscientes que o caminho escolhido por Chavez é um suícidio, não só para a Venezuela, como também para toda a América do Sul.

Em Portugal, o político que melhor geriu a sua comunicação nos últimos 20 anos responde pelo nome de Cavaco Silva. Um mestre na forma de comunicar, embora por falsa modéstia o tenha negado sempre, aproveitando a deixa dos Media que sempre menosprezaram as suas capacidades oratórias. Em Cavaco Silva, a estratégia impôs-se à forma e o silêncio mostrou ser bom companheiro.

Entre 1995 e 2005, a sua ausência caminhou paralela com a presidência de Jorge Sampaio, mas são dele e não da primeira figura de Estado as palavras que influenciam a sorte dos Governos nessa altura. Quem não se recorda do monstro que "comeu" Guterres, precipitando o seu fim, e da boa e má moeda que expôs a falência do santanismo?

Dois textos que detonaram dois governos.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Alô Presidente! no nosso Tube In

Na secção Tube In, situada no final do Blog, é costume sugerirmos vídeos publicitários. Até 2 de Dezembro esse espaço estará tomado pelos programas Alô Presidente!. Ver em baixo. Para visualizar os vídeos basta "clicar" em cima das imagens.

domingo, 11 de novembro de 2007

Zapatero diplomata; Juan Carlos manda calar

O Rei Juan Carlos manda calar Hugo Chavez na cimeira Ibero-Americana. Zapatero aproveita para dar lição de diplomacia. Em causa estavam os insultos do presidente venezuelano a José María Aznar.

Como seria de esperar, vamos ter grandes momentos até dia 2. Do fundo da Comunicação vai segui-los de perto.



Mais informação no DN e no Público de hoje (domingo).

sábado, 10 de novembro de 2007

Alô Presidente!

De hoje até dia 2 de Dezembro editaremos neste espaço um Especial Alô Presidente! Este dossier opinativo e informativo versará sobre comunicação, economia e política na Venezuela. Recordo que no próximo dia 2 será votada a nova constuição (!?) venezuelana, que prevê, por exemplo, a reeleição presidencial indefinida, a criação de um Estado centralizado, a redução de oito para seis horas na jornada de trabalho e a eliminação da autonomia do Banco Central.

Mas mais importante que estas minudências políticas, sociais e económicas, é o programa Alô Presidente: Hugo Chavez em comunicação directa com o povo venezuelano. Excelente idea para difundir a mensagem, tendo-se tornado o meio de excelência para Chavez comunicar. Dá para o presidente falar, por em marcha o programa revolucionário e até cantar.

Opto por deixar, em baixo, um trecho de dois minutos e 49 segundos. Lamento a limitação técnica. A nossa página não permite videos superiores a quatro horas.