O Presidente Lula vai à Venezuela dia 13 de Dezembro. Nada a dizer, em princípio.
Porém, como nota a “Veja”, esse é o dia nacional brasileiro dos cegos. «Uma data bem apropriada para quem não consegue enxergar o desastre institucional que o coronel Hugo Chávez está patrocinando no continente», cito.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Alô Presidente! Lula com você!
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terça-feira, 27 de novembro de 2007
Alô Presidente! Alô Putin
Não falarei de Chávez, mas apenas agarro numa nota do “El Pais”.
Na Rússia, 93% das notícias políticas que passam nos ecrãs são sobre Putin.
Dúvidas sobre o que se passa na Rússia, ao nível de liberdades políticas, também são ajudadas a esclarecer com a captura de Garry Kasparov. Que, por acaso, esteve num evento de um cliente promovido pela YoungNetwork no final do ano passado.
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Desafios da RTP, segundo Ponce Leão
O actual presidente interino da RTP, Ponce Leão, explicou ontem no Diário Económico os desafios da próxima administração da RTP.
1. Garantir estabilidade económica
2. Manter as actuais audiências
3. Conseguir boa transição para a televisão de alta definição
4. Posicionar-se bem na TDT
5. Lançar ou não mais dois canais: conhecimento e infantil
6. Preparar-se para nova plataformas: móvel e Internet
Acrescentaria uma sétima, contrariando Ponce Leão: Manter o pivot preferido dos portugueses na estação (é considerado pelo estudo da Obercom, o mais popular, o mais credível e o mais divertido).
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segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Alô Presidente! Más sondagens
Uma sondagem dá a derrota de Chávez no referendo de dia 2 de Dezembro, por uma margem de 16 pontos.
Como já se sabe, com a vitória nessa consulta popular, o Presidente prepara-se para introduzir a “sharia bolivariana” e eternizar-se no poder.
Com esta ameaçadora sondagem, Chávez já pediu mobilização de todos, em todos os cantos das aldeias.
Para mim, pura manobra de spining. Chávez só deixa publicar estes números para que a sua vitória, depois, seja mais estridente. Mas por sinal, os seus programas na rádio e televisão vão aumentar a sua duração. Para passar melhor a mensagem…
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Radiohead: Álbum vale quatro euros
Há temas que gostamos de acompanhar. Escrevemos em Outubro sobre o lançamento inovador dos Radiohead (ver aqui). O internauta tinha a possibilidade de escolher o preço que queria pagar pelo último álbum da banda, lançado directamente na Web sem intermediação de qualquer editora. O download era totalmente democrático. Com esta acção, além de um fortíssimo soundbyte, ficou a curiosidade sobre o score final.
Eis alguma estatística:
- Uma em cada duas pessoas que descarregou nao pagou
- Preço médio recebido pelos Radiohead foi de quatro euros
- 1,2 milhões de pessoas visitaram o site
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Presenças nos dez anos do Negócios.pt
Na passada sexta, à hora combinada, encontraram-se na Marquês de Abrantes os "canalistas" pioneiros para comemorar os dez anos de Negócios.pt. Para memória futura aqui fica a lista dos presentes:
- José Diogo Madeira
- Tiago Cortez
- Adriano Oliveira
- João Duarte
- João Goulão
- Ricardo Sampaio Maia
- Miguel Morgado
- Afonso Marques dos Santos
- José Manuel Gomes
- Miguel Albano
- Cláudia Cariano
- Susana Mesquita
- Nuno Ennes
- Salvador da Cunha
- Gustavo Páscoa
- Anselmo Costa Freitas
- Tiago Castro
Da redacção, ausências notadas foram as de Pedro Santos Guerreiro, João Vieira Pereira, Eduardo Alves, Rui Borges, Rui Cabrita e Nuno Leal. As outras áreas - publicidade, marketing, arte gráfica/paginação, fotografia e administrativa/financeira - estiveram menos representadas desta vez.
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domingo, 25 de novembro de 2007
Protocolo elogioso
O blog protocolo.com.pt dedicou-nos um post. Obrigado.
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sexta-feira, 23 de novembro de 2007
De Pequim à Suiça, Mariza e 100 clientes
Neste fecho de ano tenho constatado um optimismo evidente, presente na maioria das empresas com quem trabalho: 2008 será um grande ano!
Para mim será o ano de:
… Jogos Olímpicos, Euro, afirmação dos vinhos nacionais, ainda maior sucesso de Mariza, destaque do Poker como jogo da moda, ascensão da RTP, regresso de Marcelo ao rio Tejo, saída de dois ou três directores de jornais em Portugal, regresso do Big Brother, YN a trabalhar continuamente a comunicação de 100 clientes – o número mágico -, lançamento de uma revista gratuita, renascer da oposição ao PS, queda da Ministra da Educação, reviravolta no Expresso, novo livro de José Rodrigues dos Santos, um novo livro de Sousa Tavares…
E mais?
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quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Última Hora: Temos novo líder! (III)
(continuação do post anterior)
4. 2004
Avanço para 2004. No Anuário da Meios e Publicidade está registado 4,97 milhões de euros de facturação. Tomo-o como bom, apesar de ser um ligeiro decréscimo face a 2003.
5. 2003
Após pesquisa no Sapo, surge na quarta posição a informação que em 2003 o Grupo GCI chegou aos 5 milhões de volume, o que significa 34% comparando com 2002. O anuário do Briefing de 2005 revela que em 2003, o mesmo Grupo facturou apenas 3,45 milhões.
Livra, não há uma bota que bata com a perdigota e estou a ficar cansado…
6. 2002
Pegando no crescimento de 2003 face a 2002 – 34% - leva-nos até ao número de 3,73 milhões de euros. Mais uma vez, no Anuário da Briefing de 2005, a “coisa” não joga: 2,9 milhões de euros. Verifico ainda que nos anuários anteriores estava como estimativa este mesmo número, que passou a definitivo. Na mouche! Parabéns!
7. 2001
Por esta entrevista sabemos que a facturação em 2001 foi de 1,5 milhão de euros. Mas sabemos que Isabel Ribas está a faltar certamente à verdade. Lá vem o desmentido pela "mão" do anuário da Briefing de 2003. Em 2001 foi mais, foram 1,89 milhões. Isto é melhor que o milagre da multiplicação dos pães.
8. 2000
Por último (nunca pensei escrever posts tão longos, desculpem), e na mesma entrevista sabemos que em 2000 o resultado foi um milhão. Já vou a contragosto ver o Anuário da Briefing. Não acerto uma. Olha, foi 1,49 milhões de euros afinal.
Esta vida de jornalista de investigação é de doidos. Já não estou sequer com paciência para ver qual o ano que apresentou mais volumes de negócios diferentes. E fiz eu todos os cálculos com base em informação veiculada pela direcção do Grupo. Nem quero pensar na dor de cabeça que seria juntar mais fontes…
Visto de novo o casaco, recoloco a gravata e vamos mas é trabalhar que há proposta para ganhar amanhã às 10.
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Última Hora: Temos novo líder! (II)
(continuação do post anterior)
Ora bem, chega de conversa e vamos ao trabalho.
1. 2007
O que eu tenho: GCI factura 7,6 milhões de euros em 2007 (valor estimado)
In Jornal de Negócios de 22/11/2007
In Diário Económico de 22/11/2007
Diz na peça que este valor representará um crescimento de 28% face a 2006. Faço a conta e percebo que a facturação do ano transacto foi de 5,94 milhões de euros. Tudo ok para já.
Agora vou pesquisar dados na Internet e nos anuários da Briefing e da Meios e Publicidade para ver a consistência destes valores.
2. 2006
Ora bem, o que temos aqui? Declarações de José Manuel Costa, presidente do Grupo GCI, em 9/3/2007, à Meios e Publicidade: a facturação do grupo cresceu 31% no ano passado, situando-se nos 6,8 milhões de euros em 2006. Ver peça.
Espera. Não era 5,94 milhões, que multiplicado por 1,28 puxava o resultado para 7,6 milhões este ano? Bom, pode ter sido erro do jornalista. Pode haver gralha e vou verificar ao anuário da Briefing: 6,7 milhões de euros em 2006. Já é o terceiro número diferente para 2006, mas como está próximo dos 6,8 milhões vou negligenciar e tomar os 6,8 milhões de euros como bons. Ao fazê-lo tenho que deitar fora que o crescimento é de 28% em 2007. Ou seja de 6,8 para 7,6 milhões de euros ficamos com uma subida de 11,7%. Nada mau.
3. 2005
Por outro lado, temos neste artigo outra informação - os 31% de crescimento face a 2005 – onde podemos aplicar o mesmo raciocínio.
Concluímos que o Grupo facturou 5,19 milhões de euros 2005. Mas nesta entrevista, o ex-CEO diz que quer facturar 6,5 milhões em 2006, o que seria um grande salto face aos 4,5 milhões registados em 2005. Navego até ao anuário da Meios e Publicidade e está escrito que facturaram 6,3 milhões (ver aqui). Eh lá! Estou baralhado. Em 2005, foi 5,19 milhões, foi 4,5 milhões ou foi 6,3 milhões? É que reparem, podia dar-se o caso de discrepância de fontes, o que tornaria a informação imperfeita, eventualmente. Mas não, a fonte é sempre a mesma. E é a própria empresa.
(continua no post seguinte)
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Última Hora: Temos novo líder! (I)
Tenho o hábito enraizado de ler as páginas sobre Media que o Jornal de Negócios e o Diário Económico editam diariamente. Hoje, enquanto aguardava, no Instituto de Higiene e Medicina Tropical, ali para os lados da Junqueira, para levar as três vacinas que funcionam de visto para entrar em Angola, li a mesma notícia em ambos sobre um conhecido concorrente.
Fiquei surpreendido com o volume de negócios do Grupo GCI: 7,6 milhões de euros. Não pelo número em si, mas porque comparando com os últimos dados divulgados nos Media pelos players do sector, os 7,6 milhões fazem da GCI o maior grupo de comunicação já este ano.
Bom, isto é assim se todos falassem verdade (ver peça). Como estou no mercado com ambições de médio e longo prazo dou muito valor à credibilidade e à coerência. Acho que só assim se vence. Ainda por cima ando a ouvir nos seminários lá fora que com o advento dos social media - blogs, facebook, myspace, youtube, linkedin, etc. - as empresas e pessoas têm de ser o que parecem ser. A ubiquidade da informação assim o obriga. Uma pesquisa no Google pode acabar com a reputação dos incautos.
Tiro o casaco, desaperto a gravata e estou pronto a actuar como jornalista de investigação. Antes de atacar a fundo o problema até olho com saudade para a ex-carteira de jornalista que tenho na primeira gaveta da secretária.
Estou aberto a tudo: confirmar o que a GCI disse aos jornais, não chegar a conclusão alguma ou confirmar esta minha teoria já aqui aflorada ao de leve de que muitos concorrentes, esquecendo-se de duas regras fundamentais de comunicação – credibilidade e coerência – fogem descaradamente à verdade.
O que for, será. E o que for será publicado no nosso blog.
(continua no post seguinte)
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Líderes
“A minha visão de um líder é a de alguém que direcciona e inspira a sua equipa a atingir os resultados. Mas com um pequeno pormenor…
Que isso aconteça, mesmo que ele não esteja presente.
O ideal era que a nossa empresa ou os nossos departamentos funcionassem sem nós lá estarmos. Esse deveria ser, de facto, o sonho de qualquer líder.”
Não cito a fonte pois desconheço. Mas concordo em absoluto. E obriga a (re) pensar.
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Agências de Comunicação apoiam novo canal
Previsível discussão sobre um provável quinto canal de televisão em sinal aberto. O assunto ganha de novo agenda pelo aproximar da Televisão Digital Terrestre (TDT).
TVI e SIC não querem. RTP não se importa. Controlinveste, Cofina e outros que estão de fora querem. A uns prejudica o feudo, outros desejam entrar na fatia de leão da publicidade. Sem surpresas.
Arrisco e avanço com a posição do nosso sector: os consultores de comunicação apoiam o novo canal.
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