terça-feira, 18 de novembro de 2008

Abram alas para o Noddy




Quem diria que seria Manuela Ferreira Leite e o seu fiel escudeiro a abrir mercado para as agências de comunicação regressarem em força à política. Autarcas, opositores internos, membros do aparelho, apoiantes e alguns conselheiros tentarão fazer o contrário da líder na comunicação.

Pacheco Pereira arrisca-se a ficar conhecido no meio como o Noddy, tal a maneira como está a abrir alas para os profissionais. Com as portas a escancararem-se assim nem me importo de ser o Sonso ou o Mafarrico.

Vamos brincar à democracia

Hoje temos. Amanhã não. Depois de amanhã sim. Na sexta não outra vez. Para não fartar.

Em queda livre.

Advérbios de modo não combinam com ritmo



Esta aprendi há muitos anos, logo na minha fase experimental na comunicação. Advérbios de modo cortam o ritmo e a eficácia da mensagem. A evitar.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Aperto-de-mão (iii)

E há regras universais de networking que não vale a pena atirar para o baú. Sei que é tentador ser um broadcaster, sentarmo-nos à frente do PC, comunicar com o mundo, “postar” no blog, actualizar o linkedin e o facebook, twittar para 500 seguidores, mas não chega. Construir relações pessoais é muito mais do que isso.

Desligue o laptop, levante-se, saia para a rua, é hora de dar uns apertos-de-mão. Vá a conferências, marque almoços, seja membro de uma Associação ou Câmara de Comércio, participe em eventos onde estejam parceiros e prospectos, e visite os seus clientes.

Networking. Play it for real!

Aperto-de-mão (ii)

A melhor comunicação é aquela que mistura várias disciplinas e várias ferramentas de comunicação. Devemos olhar para os desafios dos clientes e criar soluções que o ajudem a concretizar os objectivos dos seus negócios. O modelo análise - definição de objectivos - estratégia - plano de acção deve incorporar as soluções de comunicação que melhor servem os clientes, sejam elas relações públicas, Web, publicidade, marketing directo, ponto de venda ou outras.

Dentro das relações públicas, a mesma coisa. As redes sociais e a comunicação 2.0 não servem por si só os clientes, na esmagadora maioria dos casos. São mais uma “arma” a utilizar, nalgumas vezes a principal, e que será apoiada por outras.

Aposta certa

O projecto que o do fundo da Comunicação patrocinou, Até onde vais com 1000 euros, ganhou o prémio Grande Vencedor Super Bock Super Blog Awars 2007-2008.

O do fundo da Comunicação entrou com os mil euros vezes dois para as viagens. Sabe bem quando se acerta na aposta.

Aquele riso

Quando por vezes lemos sobre ganhos de contas que afinal são trabalhos pro-bono...

É mais honesto nesses casos dizer algo como isto.

Aquele sorriso

Destaque da Briefing de hoje, na newsletter:

"Nos Estados Unidos chamamos aos rankings [de agências de comunicação] os 'book of lies", Bill Carlson, presidente da Tucker/Hall e da Public Relations Organisation International.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Aperto-de-mão (i)

Quando temos um martelo nas mãos olhamos para tudo como se fossem pregos. Nos Media Sociais é fácil perceber isso. São vistos, às vezes, por quem os usa, como panaceia para toda a comunicação, no presente e no futuro.

Uma rápida análise à situação actual dos Media Sociais em Portugal:

1. Já são massivamente utilizados lá fora, cá ainda são de nicho;
2. Os meios tradicionais têm aos dias de hoje muito maior audiência e (não que a influência decorra apenas dos números da audiência) influenciam muito mais pessoas;
3. Há gerações inteiras (sobretudo acima dos 40 anos) que não estarão presentes em redes sociais nem agora nem no futuro. E essas também consomem e também votam;
4. A tendência de utilização é exponencial cá e no resto do Mundo;
5. O potencial de comunicação quer pelas audiências quer pelas inúmeras possibilidades é gigante;
6. Alguns utilizadores e prescritores (como nós, por exemplo) já utilizam, experimentam e aprendem, mas os clientes estão bastante mais atrasados neste processo.

Dito isto, as redes sociais na forma como envolvem o emissor e o receptor, nas ferramentas utilizadas, na mensagem escolhida, enfim, no processo de comunicação são disruptivas. Mas não são disruptivas na estratégia de comunicação, onde devem ser integradas com outras formas eficazes de falar com os públicos e envolvê-los.

Temos o exemplo claro: apesar da grande campanha que Barack Obama fez na Web e nos Media Sociais, não esquecer os milhões e milhões de dólares investidos em comícios, convenções e anúncios de TV.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

7 maravilhas de origem portuguesa no Mundo I

Luís Segadães, CEO das New 7 Wonders, que organiza o evento, e António Vitorino, comissário para as 7 maravilhas de origem portuguesa no Mundo. Ontem na Torre de Belém.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

7 maravilhas portuguesas no mundo "partem" da Torre de Belém


Dentro de menos de 11 horas terá início a conferência de apresentação das 7 maravilhas de origem portuguesa no mundo. A concurso estão 22 locais mágicos, classificados pela UNESCO como património da Humanidade, que marcam a diáspora portuguesa no mundo, e que são prova real que fomos pioneiros na globalização (na foto a Citadela de Fasil Ghebbi, na Etiópia).

A conferência será num local marcado por uma grande simbologia, a Torre de Belém.

A apresentar o projecto teremos o Comissário António Vitorino, e antes de ouvirmos as palavras do Ministro da Cultura que encerrarão a conferência, teremos contributos do Instituto Camões, do IGESPAR, do Ministério da Educação e do próprio promotor do projecto, Luís Segadães.

Tentarei twittar qualquer coisa em directo de lá. Como estarei a moderar a conferência, poderei fazê-lo antes e depois da apresentação. E ainda terei de ultrapassar o problema da rede que não atravessa bem as pedras que dão forma à Torre de Belém.

Um orgulho grande de sermos portugueses, de um lado, e de estarmos associados a este projecto, de outro.

domingo, 9 de novembro de 2008

Apecom mudou de imagem

A Apecom mudou de imagem e apresentou-a aos associados esta semana. Alterou para uma mais moderna.

Segundo a direcção, o trabalho foi oferecido por uma empresa associada. É informação quanto baste para mim.

Todos os associados que queiram e possam contribuir com ideias e com alguns serviços de apoio, contínuos ou pontuais, devem ser bem-vindos.

Promoção do sector nada insólita

Desta vez saiu bem. A peça do Expresso é uma boa promoção ao sector. Tem os habituais insólitos, e do que sei e experimento são isso mesmo, insólitos e improváveis. Mas começamos a viver bem com este traço de escrita. Se por um lado não há peça nos generalistas sem caricaturas insólitas da nossa actividade, por outro também nos destacam cada vez mais, o que revela a nossa importância. Um sector ainda pequeno, mas com um peso nada comparável ao seu tamanho.

Os visados que desta vez falaram com o Expresso deram um contributo válido a todos os que trabalham na área. Ao presidente da APECOM e aos outros, agradecemos.

PS: O título é excelente: um exagero, mas não nos importamos de ficar com o apelido.