Nada de julgamentos apressados. A utilização do Facebook, do Twitter, dos blogs e outros meios sociais não fica tão em conta (e tão em conta é igual a uma ligação de banda larga) como parece. A implementação da sua estratégia online ou da estratégia da sua empresa obriga a grandes investimentos de tempo. Sem atenção e dedicação diária não se sai da casa da partida nos meios sociais.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Social Media não são grátis
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Anónimo
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segunda-feira, 27 de abril de 2009
Números da Web: Ascensão dos Media Sociais
Artigo importante sobre os números e crescimento de alguns dos principais Media Sociais. Ler aqui.
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Anónimo
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Quando o dever chama
Mui estimados leitores,
Tenho-vos tratado mal. Ligo-vos pouco.
Nunca fui homem de me desculpar pela falta de tempo, nem de prometer que agora é que é desta.
Escrever-vos está assente na minha descrição de funções. E tenho-o feito menos do que deveria.
Do alto da minha baixa patente, quero-vos diz que a razão é menos prosaica do que vós podereis pensar.
Pensa o leitor que peno pelo muito trabalho que grassa na agência, que a ausência confirma a presença num outro lugar, num outro objectivo.
(Sinto-me mais cansado, a dormir menos, consequência de noites mais longas)
O problema é mais oriental. Quis o mundo que eu vivesse na mesma altura que os criadores da série Call of Duty.
Comprei o último, seria o quinto da série se o tratassem dessa forma corriqueira, há dois fins-de-semana.
(Há um ano cheguei a casa com uma ps3 debaixo do braço - esta altura do ano é propícia a gastos como este e eu sou bastante influenciável pela comunicação das marcas - e perguntou a Ana: “Tu não tinhas dito que não ias comprar, porque não tinhas tempo?”…pois…mudei de ideias)
E a razão da excitação é que sou bom, e todos temos que ter alguma expertise na vida, para fazer disso vida ou para partilhar no Squidoo do Seth. Descobri que sou bom, muito bom no World at War como já era no Modern Warfare. Ter 290 mil soldados à minha frente no ranking online não me retira a confiança, até porque o meu rácio um soldado caído por cada queda minha é um número respeitável.
Há a métrica de não contratar gestores com handicap no golfe inferior a 15 porque para lá chegar não basta jogar sábado e domingo. Devia haver a métrica de só contratar consultores de comunicação cujo ranking no Call of Duty seja superior ao soldado 250 mil.
(Não sei por quanto mais tempo estarei disponível)
Tentarei ser breve e voltar à minha vida de blogger, sejam os tiros mais certeiros e as noites mais descansadas.
Subscrevo-me com consideração por todos.
Este vosso soldado,
João Duarte
PS: Para os outros mancebos, se quiserem adicionar-me, o meu nome na rede social ps3 é alsurus.
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Aperto-de-mão (ii)
A melhor comunicação é aquela que mistura várias disciplinas e várias ferramentas de comunicação. Devemos olhar para os desafios dos clientes e criar soluções que o ajudem a concretizar os objectivos dos seus negócios. O modelo análise - definição de objectivos - estratégia - plano de acção deve incorporar as soluções de comunicação que melhor servem os clientes, sejam elas relações públicas, Web, publicidade, marketing directo, ponto de venda ou outras.
Dentro das relações públicas, a mesma coisa. As redes sociais e a comunicação 2.0 não servem por si só os clientes, na esmagadora maioria dos casos. São mais uma “arma” a utilizar, nalgumas vezes a principal, e que será apoiada por outras.
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Anónimo
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quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Aperto-de-mão (i)
Quando temos um martelo nas mãos olhamos para tudo como se fossem pregos. Nos Media Sociais é fácil perceber isso. São vistos, às vezes, por quem os usa, como panaceia para toda a comunicação, no presente e no futuro.
Uma rápida análise à situação actual dos Media Sociais em Portugal:
1. Já são massivamente utilizados lá fora, cá ainda são de nicho;
2. Os meios tradicionais têm aos dias de hoje muito maior audiência e (não que a influência decorra apenas dos números da audiência) influenciam muito mais pessoas;
3. Há gerações inteiras (sobretudo acima dos 40 anos) que não estarão presentes em redes sociais nem agora nem no futuro. E essas também consomem e também votam;
4. A tendência de utilização é exponencial cá e no resto do Mundo;
5. O potencial de comunicação quer pelas audiências quer pelas inúmeras possibilidades é gigante;
6. Alguns utilizadores e prescritores (como nós, por exemplo) já utilizam, experimentam e aprendem, mas os clientes estão bastante mais atrasados neste processo.
Dito isto, as redes sociais na forma como envolvem o emissor e o receptor, nas ferramentas utilizadas, na mensagem escolhida, enfim, no processo de comunicação são disruptivas. Mas não são disruptivas na estratégia de comunicação, onde devem ser integradas com outras formas eficazes de falar com os públicos e envolvê-los.
Temos o exemplo claro: apesar da grande campanha que Barack Obama fez na Web e nos Media Sociais, não esquecer os milhões e milhões de dólares investidos em comícios, convenções e anúncios de TV.
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sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Desafio 1.0: On going
Sobre o desafio que aqui coloquei, vamos levantar um pouco a ponta do véu:
1. O cliente da YoungNetwork já foi escolhido;
2. O projecto é de comunicação de produto;
3. Terá de envolver Media Sociais;
4. O projecto é de budget pequeno, para facilitar a sua aceitação pelo cliente (queremos que as probabilidades de o virmos a executar sejam altas);
5. O blogger/consultor externo apresenta o projecto à YoungNetwork;
6. A YoungNetwork apresenta ao seu cliente;
7. A margem do projecto será 50% YoungNetwork / 50% blogger-consultor externo, ajustada pelos recursos envolvidos de ambas as partes;
8. Além da ideia, o blogger/consultor externo terá de apresentar plano para a sua execução e justificar as suas opções, do ponto de vista da comunicação do cliente.
Estamos entusiasmados. Já falámos com alguns (poucos) interessados e estamos abertos a prolongar por mais uma semana a recepção de candidaturas, para estarmos a apresentar o projecto ao cliente ainda em Setembro.
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terça-feira, 26 de agosto de 2008
Second Life não corre na Marquês de Abrantes (IV)
Novo comentário do Miguel Albano como resposta a este:
Viva,
assim que chegar a Lisboa irei corrigir o nosso «tema» do blog de forma a melhor identificar o autor dos artigos. Estou neste momento a passar o km 167 da A2 e editar temas é coisa que não consigo fazer decentemente numa viatura em movimento.
1. No caso do SL, a base não é pequena. Ter 38 mil utilizadores em média todos os dias na plataforma é relevante. Pode, e aí concordarei contigo, não ser relevante ao mercado português. Mais, o SL é relevante pela inovação que trouxe e continua a trazer todos os dias.
2. O problema dos nossos dias é que aparece uma novidade nos EUA e nós vamos todos a correr igualar os nossos congéneres norte-americanos. Como tu bem saberás, o nosso mercado funciona a cerca de 10 anos de distância, com muita pena minha. Se o BES no SL não tem sucesso, a responsabilidade é de quem? Do SL ? do BES ?Curiosamente, nunca soube da presença do BES no SL. Também não sou cliente, não sou parte interessada. Mas se fosse utilizador regular do SL (assumo que não sou) poderia ser um potencial lead da marca.
3. O SL está fora de moda sim senhor. Porque se gerou muito hype. Porque se investiu muito, mas mesmo muito dinheiro e sem retorno. Porque se investiu sem saber qual seria o retorno a obter.O SL não é nem nunca quis ser uma alternativa. É uma plataforma, fruto de uma visão individual. Mas aquilo que possibilitou e possibilita pode constituir retorno, em termos de know how, em termos de processos, em termos de relações, em termos de interacção.O problema é que os marketeers chegaram com uma visão de vini, vidi, vici e colocaram-se ao serviço das marcas.As marcas (e em particular as portuguesas) ainda tem algumas dificuldades em entender os novos paradigmas da comunicação digital, quanto mais do SL.
4. Sem dúvida. Mas quantas organizações conheces tu cujos departamentos de marketing/comunicação estabelecem orçamentos para investigação & desenvolvimento (vulgo, experimentação). Se não o fazem, estão a limitar a sua base de conhecimento. Quem experimentou no SL (vide a IBM, a Cisco, a Dell, a Coca Cola) pode não ter obtido o devido retorno em termos financeiros. Mas qual foi o retorno em termos de a) visibilidade mediática b) know how?
Contudo, há que abordar todos estes projectos com a devida objectividade. Esbanjar dinheiro não é benéfico para ninguém.
5. Com todo o prazer te revelo que não implementámos nenhum projecto no SL. Porque não houve nem há interesse por parte dos clientes.
Mas mais importante que isso, eu não lhe dou um papel fundamental numa estratégia integrada de comunicação digital.O BES, já que abordaste esta organização, possui alguma estratégia de comunicação digital?
De que forma é que a organização aborda os seus stakeholders online? Como é que pretende que eles abordem a organização? É feita a monitorização? É gerida a interacção? A organização comunica sequer através dos meios online?
E, vamos lá saber, que técnicas de avaliação de retorno colocou em prática?(Se me permites, se a organização não souber responder a estas perguntas, pode vir falar comigo :)
Para terminar, não vejo potencial no SL a curto prazo, não no mercado nacional. Mas tu sabes tão bem como eu que hoje em dia nós não podemos ver as coisas com limitação geográfica.
6. Tens razão relativamente a 1999, mas não a Setembro. O João já estava a fazer CNL antes de eu sair em Junho, ou eu estou com as memórias trocadas.O RDIS era uma coisa louca, sem dúvida. Mas foi ultrapassado em Setembro/Outubro de 2008 com a instalação da linha dedicada. Lembro-me perfeitamente porque na altura a PT estava com 3 meses de atraso na implementação de linhas dedicadas, fruto de re-organização de stocks.
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Second Life não corre na Marquês de Abrantes (III)
Meu comentário ao comentário do Miguel sobre este post:
Olá Miguel,
Li os posts, procurei onde estava a assinatura e não encontrei, depois deduzi que seriam teus.
Algumas notas que gostava de deixar ao teu comentário:
1. Ser líder incontestado não é necessariamente relevante, quando a base é pequena, e no SL é; na minha rua sou líder incontestado no know how de comunicação, só que não é relevante porque somos meia dúzia e sou o único que trabalho nesta área;
2. Sabes quantas pessoas visitam a loja do BES no SL (se é que ainda está aberta)? Quando lá aparece um avatar por dia é casa cheia;
3. Depois o SL está completamente out na Imprensa, e mesmo na Net, tal como para os markeeters (especialmente os que gastaram lá euros reais), o que limita as possibilidades de gerar mais utilizadores (se bem que é a má experiência que não fideliza os utilizadores);
4. Concordo que se deva perceber os novos meios, mas depois disso é preciso meter o crivo do custo/benefício; estar lá a gastar rios de cash para experimentar...;
5. Quantos projectos já implementaste no SL? E quantos é que pensas implementar nos próximos dois anos? (não quero com isto por em causa se tens ou não competência para os implementar, mas sim perceber onde vês potencial a curto e médio prazo);
6. Desculpa o preciosismo, mas sou um chato com preciosismos: O CNL só começou as edições em Setembro de 1999 (ver wikipedia, e não vá a enciclopédia da Net estar errada confirmei agora ao telefone com o João Goulão). Em 1997 e 1998 ainda era preciso desligar as linhas RDIS de uns para outros terem Net.
Abr.
jd
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Second Life não corre na Marquês de Abrantes (II)
Comentário de Miguel Albano no do fundo da Comunicação a propósito deste post:
Viva João, antes de mais, permite que te corriga. O post é do Filipe Marques e não meu.
Contudo, aproveito para apresentar a minha opinião sobre o artigo e o SecondLife (SL).
Devo ser dos poucos que vê no SL um projecto de sucesso. Depois de todo o hype e de toda a cobertura mediática sobre o mesmo, facto é que é o líder incontestado dos mundos virtuais (em termos de utilizadores e horas gastas pelos mesmos).
Houve quem soubesse «cavalgar a onda mediática» do SecondLife para benefício próprio. Outros nem por isso e investiram em projectos sem retorno.
Mas em todos os projectos (com ou sem sucesso) se retiraram lições pertinentes e relevantes, quer na forma de relacionamento com as micro-audiências quer na forma como a tecnologia está a evoluir.
Uma organização/marca que tenha experimentado o SL está mais bem preparada para o microPR, a comunicação individualizada com cada uma das suas audiências. Uma organização/marca que tenha experimentado o SL está, sem qualquer dúvida, preparada para os desafios tecnológicos e de comunicação que se avizinham.
Há inúmeras outras razões para considerar o SL como um projecto de sucesso, mas compreendo que a maior parte das pessoas não veja grande potencial na plataforma.
Sempre afirmei dentro de portas que o SL é um projecto de conceito. Veio revolucionar a forma como abordamos os mundos virtuais.
Facto é que hoje em dia temos dezenas de concorrentes, cada um a querer garantir o seu próprio sucesso dentro de um nicho. E aquilo que me é mais relevante é que se abriu uma enorme apetência por parte dos utilizadores para estas plataformas.
Se se eles estão lá, se eles verdadeiramente aceitam e interagem com estas plataformas, pois eu, enquanto organização/marca, tenho de compreender a plataforma (tal como tive que compreender a rádio, o telemóvel, a televisão e a www) e saber interagir com as minhas audiências através da plataforma.
Em 1998 (ainda sem YouTube) já tinhamos a felicidade de ter uma linha dedicada (256 kbps) da Telepac no Marquês de Abrantes. Não tinhamos o PSG na televisão, mas já exportávamos o Afonto Santos e o João Goulão para o CNL (essa grande experiência da televisão em Portugal).
Bons tempos, bons tempos...
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Desafio 1.0: Não acreditam em vós
Para quem já marcou reunião comigo, ou para outros que ainda pensam fazê-lo, há uma pressão extra: Há quem não acredite na vossa capacidade. Na caixa de comentários deste post foi deixado este comentário:
Rui Cruz disse...
Uau. Isto parecem versões do Windows. Web 2.0, Comunicação 1.0.Mas caro amigo, fique a saber que variante "comunicação digital e Media Sociais" não existe.O que lhe vai sair é um bartolo/guru que gosta de falar de SEO sem saber do que fala só porque escreve bem (não se leia: escreve acertado). Fico para ver no que vai dar...Rui
Gostava também de deixar explícito que o desafio é aberto a outros interessados, embora os bloggers que escrevem sobre marketing e comunicação na Web 2.0 partam à frente pela constatação de que pelo menos seguem o tema.
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domingo, 24 de agosto de 2008
Blogging: desafio 1.0
Escondida atrás da falta de reputação (não confundir com má reputação) está muitas vezes a inexperiência. Por falta de ensejo, muitos bloggers ainda não provaram em lado algum as suas teorias, ideias ou opiniões. Não que eu seja contra quem queira ser apenas opinion maker, mas julgo ser aspiração de vários serem também consultores.
Partindo daqui, tenho um desafio para lançar aos jovens bloggers que escrevem sobre Web 2.0, variantes comunicação digital e Media Sociais. Os que quiserem vão ter a oportunidade de preparar projectos para clientes for real. E implementá-los. Clientes não faltam por aqui. Como já cheguei de férias, recebo-vos a partir desta segunda. Basta enviarem-me um email para acertarmos dia e hora. Queremos dar-vos a oportunidade de atalharem caminho e porem-se à prova.
Condição sine qua non para colaborar: Quem tem pretensão de opinar sobre Web 2.0 tem de saber o que é Comunicação 1.0.
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Anónimo
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quinta-feira, 26 de junho de 2008
Presspectives: Internet x2, Expresso, Mentiras e Saloiices
Nesta edição a Presspectives publica uma entrevista exclusiva com Henrique Monteiro, director do Expresso, apresenta o estudo que dá a Internet com o dobro da influência da televisão e revela algumas tendências dos meios sociais. Leia a e-zine aqui.
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Anónimo
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terça-feira, 24 de junho de 2008
Leitores muito ocupados para perderem tempo com os vossos blogs
As consultoras de comunicação portuguesas têm chegado a conta-gotas à blogosfera. É natural, até porque muitas ainda procuram no calhamaço Larousse o significado de Social Media.
Mas agora já são várias as que têm o seu próprio blog corporativo. Contam-se pelo menos meia dúzia de urls e outro tanto de intenções. Pena que algumas se fiquem pelo fogacho de lançar o blog, sem que daí venha nenhum mal ao mundo diga-se, nem proveito.
Antes de lançarmos o do fundo da Comunicação assegurámo-nos que conseguíamos cumprir estas cinco características nos nossos conteúdos:
- Actualidade
- Substância
- Utilidade
- Continuidade
- Frontalidade
Quando possível adicionar-lhes uma sexta, uma pitada de controvérsia.
Se não conseguirem reunir isto nos vossos blogs, não percam tempo. Os leitores têm mais do que fazer.
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