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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

A carga pronta e metida nos contentores

Na corrida a Lisboa, temos dois dos políticos mais hábeis em Portugal. Bem, Pedro Santana Lopes no número dos contentores, em Alcântara. Boa resposta de António Costa, na reunião com o movimento cívico, com uma mãozinha amiga de Miguel Sousa Tavares, conhecido pelos seus "amores" por Santana.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Costa vs Santana

Debate hoje, na tv, entre António Costa e Pedro Santana Lopes. O que mais preocupa os assessores: Vale câmaras a gravar após o debate ou não?

Media Training intensivo para o pós-debate. Simular apertos de mão, sorrisos e abraços.

domingo, 19 de julho de 2009

Ás de trunfo

Há políticos hábeis assim. Como Pedro Santana Lopes.

E como António Costa. O acordo eleitoral com Helena Roseta, no timing certo, sem nada o fazer prever, mostra o político que há no actual presidente da Câmara de Lisboa.

Durante os seus curtos dois anos já tinha metido no bolso José Sá Fernandes, e agora resgata Helena Roseta para a Câmara...e para o PS. Com o partido a puxá-lo para baixo nas sondagens, Costa puxou do ás de trunfo para cima da mesa, reunindo a esquerda e esvaziando o Bloco.

Roseta fica com os lugares a "preços" de 2007 e será a próxima presidente da Câmara de Lisboa. Um custo justo para garantir que o PS continua a mandar na capital e que Costa mantenha a aura de vencedor, fundamental para agarrar o partido em 2013 (ou 2011, ou mesmo já no final deste ano).

É o momento da verdade para Santana Lopes. Apesar de este ser um golpe de difícil aparo para a sua aspiração, o político das sete vidas não pode perder a razão. A reacção foi um mau sinal. A emoção é a fraqueza do candidato nesta campanha.

Santana Lopes recuou várias casas com a adição de Roseta a Costa e Sá Fernandes (não vou elogiar a estratégia de manterem o Zé que não faz falta calado, porque qualquer aluno de comunicação de primeiro ano aconselharia o mesmo) e terá muita dificuldade em recuperar. Mas só a manutenção do rumo que tem seguido até aqui lhe permite alimentar o sonho.

terça-feira, 10 de março de 2009

António Costa vs. Governo

Já começaram a sair notícias sobre uma clivagem entre António Costa e o Governo. Se há alguém que acredite, muito bem, como a maior parte dos leitores não é anjinho é natural que se ria deste pseudo-afastamento de Costa.
Aliás, nada melhor que dizer uma frase muito aplicável ao actual Presidente da Câmara de Lisboa e que se mantém intacta desde 2005: António Costa saiu do Governo, mas o Governo nunca saiu dele.
Como os lisboetas cedo perceberam, a opinião pública que vota e não a opinião publicada, António Costa é um ministro e nunca será um Presidente de Câmara.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

António Costa com Savora

O actual presidente da câmara de Lisboa detectou o seu ponto fraco: a ausência de obra.
Vai daí, tanto pelas ruas de Lisboa como na televisão – vi ontem a seguir ao Porto – espalhou: “Obra a Obra Lisboa melhora”. É para isso que serve o marketing político.
Lembram-se do anúncio histórico da mostarda Savora?
«Com Savora, toda a comida melhora».
O problema é que a Lisboa não lhe basta mostarda.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Sá no bolso de Costa

Este já está no bolso de António Costa. Falta a mais importante.

terça-feira, 15 de julho de 2008

“No passa nada” (II)

Só para esclarecer porque é que me estou marimbando para a opinião da cavalheira atrás mencionada, deixo nota do que foi dito por ela e reproduzido pelo “Expresso”.
A jovem actriz diz que Lisboa «está cheia de cocó». E propõe para Lisboa que a autarquia devia apoiar as «feiras das rifas e dos trapinhos». E que a cidade «precisa de mais árvores de fruto, como laranjeiras».
Descobri um blogger socialista, meu conhecido, a quem telefonei para saber o que tinha acontecido na reunião.
Dizem que as pessoas se riram destas propostas-maravilha e que fizeram lembrar as das «amêijoas e mexilhões do Tejo» e do «vinho e do azeite da Tapada da Ajuda» elaboradas pelo rendido ao poder José Sá Fernandes.
António Costa estava «pálido», um pouco ao estilo dos «outdoors da campanha do ano passado», dizia-me a brincar.
Deixo a nota que o meu conhecido nunca foi adepto da solução Costa em Lisboa, preferia Seguro. Não por nada contra Costa, mas porque não queria que a saída dele enfraquecesse o Governo, como tem vindo a acontecer.

“No passa nada” (I)

Era assim que o “Expresso” dava título à intervenção da mandatária para a juventude de António Costa, numa reunião com militantes.
Confesso que me estou marimbando para a opinião de Margarida Vila-Nova, mas até concordo com esta frase dela sobre a situação actual de Lisboa. É que «no passa nada», mesmo.
Há poucos dias, em contacto com uma pessoa próxima de Costa, dizia-me que a comunicação não era uma prioridade.
Pois bem, acho exactamente o contrário. Ou será que é o reconhecimento de que não há nada para comunicar?
Não quero acreditar. O papel do conselho em comunicação é potenciar e agarrar ângulos de actuação que dêem um novo impulso, a um ano de eleições neste caso.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

A mudança do dia

Na semana passada, por ocasião do almoço do Lisbon International Club, em que o convidado do clube presidido por Manuel Ramalho foi o ministro Mário Lino, tive a ocasião de saber algumas novidades da Lusa.
Eu, antes do almoço, estive junto do João Marcelino, director do Diário de Notícias, a ouvir alguns projectos e ideias da nova equipa da Lusa, liderada pelo meu bom amigo Luís Miguel Viana que, de facto, está a construir uma grande equipa e com resultados muito positivos.
Entusiasmado, estava o António Costa que nos contava a sua experiência. Hoje, vejo na Briefing, em peça assinada pelo Rui Camarinha e Carlos Martinho, logo reputo de credível a notícia, que o António vai deixar a sub-direcção de informação da agência do Estado e aceitar a liderança do Diário Económico.
É um bom jornalista, credível, a quem desejo felicidades nesta nova tarefa, agora que a Económica foi comprada por Nuno Vasconcelos.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Rio e Costa no Grupo de Bilderberg

Passou praticamente despercebido a toda a gente que os dois autarcas de Lisboa e Porto foram escolhidos para ir à Virgínia, no dia 6 de Junho, a convite de Balsemão, ao Grupo de Bilderberg.
Daí para cá, Rio veio ao Sto. António de Lisboa e António Costa ao S. João do Porto anuindo a convites mútuos.
Em 2004, Pedro Santana Lopes e José Sócrates estiveram também nesse Grupo que se reuniu na Europa nesse ano.
Para o ano aconselho a Balsemão, se ele me permite, Pedro Passos Coelho e António José Seguro.
Um bom Grupo para quem acredita em teorias da conspiração. Por sinal há por aí uma novela, estilo thriller, sobre Bilderberg, fraca e com demasiada imaginação para o meu gosto

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Rio na Baixa

Pouco comentada foi a vinda de Rui Rio às marchas de Lisboa.
Não é uma personalidade fácil para banhos de multidão por isso estava sorridente, mas não era o seu espaço.
Rio falou de “apagar fogos” durante a campanha para o PSD e de poder ser o “bombeiro” para acalmar o PSD.
Curioso o convite de António Costa.