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domingo, 20 de dezembro de 2009

O que a história separa, a economia junta

Isabel dos Santos compra 10% da Zon. Os investimentos angolanos em Portugal são excelentes para os investimentos portugueses em Angola.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Angola empalidece peugada digital

Não só Angola, mas também Angola. A minha peugada digital perdeu algum fulgor nos últimos tempos, fruto do momento de muito trabalho que envolve o Grupo, nas suas várias áreas. Vai daí, que a presença no Twitter se resuma nos últimos meses a quase nada, no Facebook as explorações são esporádicas, e os posts também perderam o vigor de outrora.

Mas as razões são boas. Empalidece temporariamente a marca no digital, mas cresce a peugada noutros países e noutras áreas de negócio. Até porque nem só online vivem as nossas redes sociais.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Processo de adaptação e adopção

Por Sílvia Morgado*

O título pode parecer estranho, mas confesso que é o que sinto após duas semanas em Luanda, neste ambicioso e estimulante projecto que é a YoungNetwork Angola.

Passaram duas semanas desde que cheguei a Luanda e claro que ainda me estou a adaptar: ao ritmo, à cultura, ao calor, às pessoas, aos contrastes, à calma com que tudo se faz e à rapidez com que a cidade se renova e acontece.

Os dias são cheios e agitados, é o corre-corre de Luanda!

A ajudar na adaptação está o cafezinho na pastelaria perto de casa; o reencontro de velhos colegas de Faculdade; as saídas à noite ao Chill Out, Palos e Espaço Baía, um passeio à barra do Cuanza e as Pessoas que diariamente trabalham comigo, que conheço por motivos profissionais ou pessoais, ou simplesmente com as Pessoas com que me cruzo na rua.

E é associado às Pessoas que surge a palavra adopção, e que se concretiza quando pela manhã me dizem “Bom dia minha menina!”, com um brilho especial nos olhos e um sorriso terno e inocente! É esta capacidade das gentes de Angola nos adoptarem, que nos ajuda a seguir em frente, na ânsia pelo sucesso de um projecto e por um País que nos adopta e que nós adoptamos como Nosso.

Até breve!


* Directora-Geral
YoungNetwork Angola

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Matemática é coisa de chinês (ii)

Há gente assim. Quando é para criar uma trica entre conhecidos vai a correr bichanar aos ouvidos dos outros, numa lufa-lufa, em busca do seu minuto de fama.

O texto anterior chamava apenas a atenção para uma incongruência dos números no texto do Expresso. Na verdade, os números de Espanha não consolidam, daí a facturação da Cunha Vaz e Associados ser 5,2 milhões de euros em 2008. Corrigindo este valor já os outros batem certo.

À parte desse pormenor, é uma notícia positiva para o sector a entrada da Cunha Vaz e Associados em Moçambique, como é importante o sucesso internacional de outras consultoras, em primeiro lugar, para as próprias, e em segundo, como efeito colateral, porque ajuda ao posicionamento futuro de outras concorrentes lusas.

Parabéns ao António Cunha Vaz e boa sorte.

PS: Aos recadeiros, cujo talento falta onde a sabujice sobra, sorte também.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

YoungNetwork Angola muito desejada

Com a notícia da entrada em Angola, através da YoungNetwork Angola, têm sido muitos os quadros que nos têm contactado para fazer parte do projecto. Pessoas que já estão em Luanda, outras que vivem e trabalham em Lisboa.

Numa primeira fase, estaremos em Luanda com dois talentos que façam já parte da equipa dos Nossos, mas haverá (previsivelmente) oportunidades para recrutamentos externos. Estaremos também muito atentos aos quadros angolanos e com um espírito de missão na sua integração e na sua formação. Não por altruísmo mas por interesse próprio.

PS: Para os interessados, a pessoa chave a contactar no Grupo YoungNetwork para processos de recrutamento é a Ana Leal, directora de recursos humanos. Ver contactos no site www.youngnetwork.pt.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Quem apostou aqui acertou


sexta-feira, 26 de junho de 2009

Miguel Albano inclina-se para Angola

O Miguel Albano aposta em África, talvez Angola.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Com verdade

Vi este post do Rodrigo. Falta é uma coisa que ele, por certo, estará em condições de referir.
É, então, qual a agência com quem Angola não ficou satisfeita com uma proposta para o CAN?
É que é bonito dizer o bom e o mau. A verdade vence sempre.
Terá alguma coisa a ver com uma notícia do jornal angolano País?
A verdade nunca deve ser uma segunda escolha.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Angola



Ainda não tinha escrito sobre as eleições angolanas e muito já foi dito.
Opto por apenas assinalar o que a revista semanal, francófona, “Jeune Afrique” pensa sobre um dos nossos países-irmãos.

Capa: José Eduardo dos Santos, na foto que também fez capa do Público e do OJE.

Dossier: um dossier de 16 páginas com o título «A passo de gigante».
Eleições: O tom geral do artigo principal sobre as eleições é de que «foi o élã democrático que triunfou» (aliás é assim que começa) e depois chama atenção de que os observadores internacionais qualificaram as eleições como «imparciais e credíveis».
Após estas ideias, uma página sobre as querelas e a vida da UNITA. Logo, MPLA surge como um referencial de confiança e de estabilidade. Terminando o artigo de entrada com o que Luanda tem de melhorar: «as condições de vida, que ainda têm indicadores fracos na esperança de vida, educação e distribuição de riqueza».

O Presidente: «Um animal político», no título.
Que lançou uma operação de charme junto dos mais jovens e das mulheres, mais de 60% do eleitorado angolano.
«Eu sou um jogador de uma equipa que ganha», citam José Eduardo dos Santos. Falam de uma personagem como um jogador de poker, «que cedo aprendeu a dissimular as emoções».
E da sua educação soviética, em Baku, que reforçou as suas qualidades de homem de «rigor e organização, sangue frio e discrição».

Ambições Diplomáticas: Angola tornar-se uma potência regional.
E lembrando o apoio a Laurent Desiré Kabila (que destronou Mobutu, no Zaire, um tradicional aliado do “Galo Negro”, a UNITA) e a Dennis Sassou Nguesso que derrubou Pascal Lissouba (também um amigo de Jonas Savimbi).

A Nova cara de Angola: «Campeão mundial do crescimento», Luanda tornou-se este ano a cidade mais cara do mundo, ultrapassando Tóquio. Com uma classe média que não se priva de consumir. «Moda, glamour, decoração, design, equipamentos high-tech, bares e noites brancas».

Crescimento como motor: os petrodólares como mola de um país em reconstrução. Os empresários portugueses na linha da frente, diversas empresas citadas, mas hoje com a forte concorrência do Brasil e de outras potências europeias. Sem esquecer a China que «nas infra-estruturas leva parte de leão».

Habitualmente os dossiers da Jeune Afrique tentam ser o mais independentes possíveis. Angola sai-se bem desta prova, ainda há uns meses atrás os Camarões, e o seu presidente, Paul Byia, não saíram tão bem. Gosto de ter estas perspectivas sem influência dos jornais portugueses.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Parabéns já, obrigado mais logo

Li no DN de ontem que a LPM vai trabalhar com o Governo de José Eduardo dos Santos. É uma excelente notícia para nós. O mercado angolano tem um grande potencial e esta entrada por cima abre caminho. O bom trabalho dos primeiros é a charneira de outros. Parabéns por agora e, talvez, obrigado mais tarde.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Mungu, ue*

Chego a Luanda às seis e 45 da manhã, depois de uma viagem de sete horas, que se fez bem, metade do tempo a dormir, a outra metade dividida por dois livros – Canário de Rodrigo Guedes de Carvalho e God’s Delusion de Richard Dawkins.

Esta viagem representa mais um passo no crescimento da DLI, uma empresa portuguesa do sector das tecnologias de informação, que actua como intermediário e parceiro das grandes marcas de hardware e software mundiais – Toshiba, HP, Microsoft, Cisco e muitas outras. A DLI é uma empresa B2B, diz pouco à maioria das pessoas, mas é agulha no palheiro. Temos que procurar bem no nosso rectângulo para encontrarmos outras empresas portuguesas que facturem perto de 200 milhões de euros. Não há mais de 100 (ver recente trabalho das 1000 maiores do Diário Económico/Semanário Económico).

Viemos, através da PressDirecto, inaugurar a operação de Angola, em Viana, num parque industrial a 17 km de Luanda, onde a DLI vai investir 2,5 milhões de dólares. A inauguração da operação ocorrerá durante a semana do Fórum TI – para este evento o avião vinha bem composto de tecnológicas portuguesas: Sapo, Toshiba, Oracle, etc..

O investimento da DLI já vem sendo estudado e planeado há bastante tempo. O crescimento da economia angolana, a reputação da empresa junto dos seus parceiros e o empreendedorismo dos gestores/accionistas fez o resto. Não é possível encarar de outra forma novos mercados.

Vou dando notícias.

* Até amanhã em Kimbundu, segunda língua em Angola