quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

We are the people we've been waiting for

Que grande despertar de mentes. O rastilho para um novo programa educacional no Reino Unido. Ver aqui.

sábado, 28 de novembro de 2009

Superior

Entrevista de António Barreto, ao jornal i. Obrigatória.

Uma década em cem fotos - Reuters

A ver no Público.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Schumi



(via Pedro Reis, Imago, no Facebook)

Os sites mais influentes do mundo

Ler no i.

Quem as não teeeeemmm…

Cartas. Adoro receber cartas. Gosto de ver o meu nome escrito no envelope. Gosto do suspense antes de as abrir. Eu sei que isto é um bocado infantil, mas até quando sei que são contas, eu gosto sempre um bocadinho. De rasgar o envelope, de ler primeiro tudo na diagonal e depois com a maior das atenções. De as atirar para cima da mesa. De ver a minha filha destruí-las. De abrir o marco dos Correios e dos segundos que antecedem esta espera para ver o que chegou para mim. Do papel dactilografado. Ou escrito à mão, quando vêm de amigas.

Na semana passada recebi duas cartas desinteressadas. Ok não totalmente desinteressadas mas em parte. Marcas à parte, uma da Lanidor a oferecer-me (literalmente, sem qualquer subterfúgio), um vale de 15 euros de oferta por ser Cliente VIP.

A outra do SLB apenas a agradecer-me por ser Sócia cativa, mais nada…

Naturalmente gastei os 15 euros e um bocadito mais de $ (que não me ficaria bem dizer), na Lanidor em roupa que nem me fica assim tão bem! E vou claramente ao próximo jogo do meu SLB.

Isto é marketing bem feito. Parece fácil não é?

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Hype is over?

Será que a moda acabará ou teremos Twitter para ficar? Ler mais aqui.

A vaca que ri


Esta vaca, a do Seth Godin, estrela de um dos seus primeiros livros, vai aparecer amanhã na apresentação que farei numa reunião de quadros, de um nosso cliente.

Angola empalidece peugada digital

Não só Angola, mas também Angola. A minha peugada digital perdeu algum fulgor nos últimos tempos, fruto do momento de muito trabalho que envolve o Grupo, nas suas várias áreas. Vai daí, que a presença no Twitter se resuma nos últimos meses a quase nada, no Facebook as explorações são esporádicas, e os posts também perderam o vigor de outrora.

Mas as razões são boas. Empalidece temporariamente a marca no digital, mas cresce a peugada noutros países e noutras áreas de negócio. Até porque nem só online vivem as nossas redes sociais.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Flashmob na abertura da 24.ª temporada da Oprah

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O mais importante para duas agências

Esta semana, quarta-feira, tomei o pequeno-almoço com uma concorrente da YoungNetwork. Muito agradável, até porque é das concorrentes de que mais gosto.

Estamos bastante alinhados em relação ao que mais importa numa agência: Valores e Carácter de quem cá trabalha.

Solidariedade

O tema da solidariedade é fulcral na boa comunicação de uma empresa, tal como na boa gestão (sendo cada vez mais difícil dissociar gestão e comunicação, na medida em que a segunda é estratégica e instrumental para aplicar a primeira).

Ser solidário na gestão e na comunicação é discutir a estratégia, discutir a táctica, discutir os meios, apontar a uma direcção, e todos os elementos da equipa, independentemente das suas análises e opiniões, a partir do momento em que a direcção está escolhida, seguirem e comunicarem solidariamente esse caminho.

É algo que atravessa a empresa do topo à base. E dos temas gerais ao pormenor. A força da mensagem, que executa a decisão, é tanto maior quanto mais una e robusta for.

Os colaboradores decidem bem e mal, executam bem e mal, internamente discute-se abertamente os "do" e os "don't", mas lá fora, a equipa assume 100% do trabalho executado por cada um. Para a bonança e para a tempestade.

Não interessa estar ou não de acordo, esse tempo só serve até à decisão. No fim de decidido, avança-se. E sem pedras no sapato.

Nos clientes, o mesmo. As empresas, seja em que sector for, estão ou não de acordo com os seus clientes, aconselham, vendem, apontam soluções, mas no fim do dia, quando existe acordo ou decisão, já só essa interessa, e já só essa interessa ser seguida.

A seu tempo, no tempo de avaliação, haverá de novo lugar a discussão. E o processo renova-se, repetindo-se no tempo.

Até lá e na maioria do tempo é a solidariedade, entre colegas, entre directores e colaboradores, entre clientes e fornecedores, entre parceiros, que deve ordenar.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Excentricidade

Que boné é este de Ricardo Sá Fernandes?

E que ideia é esta de ficar a falar para as câmaras, com Paulo Penedos atrás?