segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Faltei

Não pude estar presente na festa, mas gostava de ter participado. Ler no blog Invisible Red a entrega dos Croquettes Award, em diferido.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Pés na terra...

...cabeça nas estrelas.

Os Nossos estão mais vocacionados para esta filosofia.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Mais conselhos para o Twitter

O Rodrigo Saraiva chama a atenção para estes no Piar.

De pernas para o ar

Texto engraçado e bem escrito, da Ana Martins.

Croquette: quantos aguentam até ao Terreiro do Paço?


Os Croquette Awards (reparem que ter dois "t's" dá pedigree ao concurso) são amanhã anunciados. A festa vai ter lugar no 15, sim, no eléctrico, naquele que sai do Campo das Cebolas, visita Algés e volta à casa da partida passadas duas horas. Já há uma bolsa de apostas na Unibet (sorry é nosso novo cliente, e tive que o meter neste texto, a martelo) sobre quantas paragens aguentam os convivas. As apostas indiciam que 50% saem na primeira paragem.

Mais informações aqui e ali.

Emoção no discurso

terça-feira, 28 de julho de 2009

Costa vs Santana

Debate hoje, na tv, entre António Costa e Pedro Santana Lopes. O que mais preocupa os assessores: Vale câmaras a gravar após o debate ou não?

Media Training intensivo para o pós-debate. Simular apertos de mão, sorrisos e abraços.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

O que fazer para ser director na Young?

Primeiro, fazer parte da equipa dos Nossos. Sem a cultura e os valores da casa nunca se chegará lá. Daí que os directores virão de dentro da empresa, excepto em casos em que seja manifestamente impossível (exemplo: se o director financeiro se fosse embora amanhã, teríamos de contratar fora outro recurso para essa função específica).

Segundo, ser consultor senior. Ou coordenador. Os próximos directores da Young já cá estão dentro e são actualmente consultores seniores numa das várias empresas do Grupo.

Terceiro, ser um líder. O Grupo continua a investir e a expandir-se, precisando de encontrar novos líderes, preparados para os desafios que não se adivinham, estão ao virar da esquina.

Quarto, ter potencial. É preciso ter o talento...

Quinto, ter ambição. ...E ambição para lá chegar.

Sexto, receber formação. A cultura e os valores - Paixão, Fé, Empenho, Iniciativa, Coragem, Mudança, Felicidade - são essenciais, mas se seguirmos a lição de Peter sabemos que promoções sucessivas de recursos que venham de baixo fazem, a dada altura, sobressair a incompetência. A formação terá de ser diária on job e reforçada por programas de especialização.

Quem já é dos Nossos está melhor colocado para tomar conta do destino do Grupo.

Popularidade

Concursos de popularidade nunca foram um objectivo meu. Não me preocupei em ser popular quando era jornalista, não me preocupo agora enquanto gestor. A Ana e a Raquel são testemunhas disso há mais de oito anos. "Quando toda a gente está a gostar de mim, desconfio. É sinal que não estou a tomar decisões em número suficiente", disse-lhes vezes sem conta.

Decidir, optar por A em detrimento de B, avançar seguindo um rumo, deixando, se necessário, outros pelo caminho tem esse trade-off, de não agradarmos a todos.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Guess What? PR entrevistou-me

Os podcasters mais influentes da comunicação entrevistaram-me. Não foi uma entrevista, foi mais participar na discussão sobre os temas que marcaram a semana de comunicação. Ouvir aqui, no blog da Guess What? PR.

Os temas comentados foram a crise da cegueira no Santa Maria, a redução dos ordenados no Público, o projecto do jornal I, a situação das consultoras de comunicação na conjuntura actual, as redes sociais, e o projecto da YoungNetwork em Angola.

Nota extra: Gosto da musiquinha de fundo.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

José Eduardo Bettencourt adere ao Twitter

O presidente do Sporting está a tentar diminuir rapidamente a distância que existe entre Clube e sócios. Iniciativas como esta - entrada no Twitter - são mobilizadoras.

Go Boyle!

Susan "rouba" palco a Obama. Ler aqui.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Ainda há heróis

Título com assinatura de Natália Faria, na Pública do último 19. O artigo da jornalista é obrigatório para uma análise ao estado em que nos encontramos em Portugal. Alguns excertos para ler:

“Os emigrantes da década de 60 do século XX demonstraram a mesma coragem e a mesma ousadia que os exploradores dos Descobrimentos”, Rui Ramos.

“Milhares e milhares de portugueses demonstraram nessa altura um enormíssimo espírito de aventura. Saíram da aldeia que conheciam para arriscar viagens de semanas no mar, ou, ainda mais arriscado, para atravessar fronteiras a salto e na clandestinidade, muitas vezes para viver em condições precárias em países de que desconheciam a língua”, Rui Ramos.

“Os portugueses demonstraram nessa década de 60 um pioneirismo na alteração das suas condições de vida que poucos europeus conseguiram demonstrar à mesma escala. Isto aceitando como pioneirismo uma geração inteira de imigrantes que rompem fisicamente com os seus espaços, a sua aldeia, o seu subúrbio de cidade, a sua classe social de origem e o destino social a que estavam predestinados”, Manuel Loff.

É tremendamente injusto a nação não prestar a vénia devida aos emigrantes portugueses que povoam os quatro cantos do Mundo.

Mais. Esquecendo o justo ou o injusto fica a irreparável sangria de talento, de efeitos muito mais nefastos e duradouros. Nos fluxos migratórios perdem-se os novos, os aventureiros, os pioneiros, os que poderiam revolucionar a mentalidade. Sobram-nos as elites, os resignados e os párias. É-me pessoalmente confortável falar das universidades que formam as elites. Formei-me numa – Universidade Católica de Lisboa - e sou, destas instituições, crítico por prepararem pessoas em série para tomarem os bons lugares da economia. Os meus colegas que não me levem a mal, mas quem está na zona de conforto, quem se prepara para continuar na zona de conforto nunca fará a revolução.

Urge a Portugal – e Portugal somos nós sociedade civil, não é o Estado (por cá, por exemplo, o Estado assegura sozinho o investimento em 80% da investigação, enquanto nos Estados Unidos a percentagem ronda os 30) – criar condições para seduzir os portugueses de fora, instigando a uma nova vaga de retornados. Desta vez, acolhendo-os como os outros, os de 1975, mereciam ter sido, em honras e condições que nunca tiveram, olhados de soslaio pela sociedade do continente, com uma mão à frente e outra atrás. Os retornados que das cinzas integraram-se de novo na sociedade sufocante criada por décadas de ditadura e refizeram com sucesso as suas vidas, na maioria dos casos.

Outro assunto em que sinto especial desprendimento porque não tenho nenhuma situação próxima de familiares que estiveram nessa situação. Se eu tivesse mais do que dois heróis – o meu avô e a minha avó – seriam eles. Merecem-me a maior das admirações.