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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Comicidade na YoungNetwork

Descobri hoje uma excelente resposta a um anúncio nosso. Excelente pela sua comicidade.

Reza o anúncio e a sua resposta o seguinte: ler no blog de Nuno Manuel Costa. Leia primeiro porque vale a pena. Quem escreveu tem graça e escreve bem.

Não é por a graça ser a glosar um anúncio nosso que deixa de ter graça, passe o pleonasmo.

Contudo, para comunicarmos, antes da risota vem a eficiência.

Com este anúncio recebemos este ano mais de 1.000 candidaturas, o que me faz crer que a Ana terá de aumentar as competências no anúncio para nos facilitar o trabalho de triagem.

Sujeitamo-nos à chacota ou aumentamos a nossa produtividade? Humm...deixa-me pensar um milésimo de segundo. Aumentamos a produtividade. Está decidido.

Ele há candidatos muito confiantes!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

O que fazer para ser director na Young?

Primeiro, fazer parte da equipa dos Nossos. Sem a cultura e os valores da casa nunca se chegará lá. Daí que os directores virão de dentro da empresa, excepto em casos em que seja manifestamente impossível (exemplo: se o director financeiro se fosse embora amanhã, teríamos de contratar fora outro recurso para essa função específica).

Segundo, ser consultor senior. Ou coordenador. Os próximos directores da Young já cá estão dentro e são actualmente consultores seniores numa das várias empresas do Grupo.

Terceiro, ser um líder. O Grupo continua a investir e a expandir-se, precisando de encontrar novos líderes, preparados para os desafios que não se adivinham, estão ao virar da esquina.

Quarto, ter potencial. É preciso ter o talento...

Quinto, ter ambição. ...E ambição para lá chegar.

Sexto, receber formação. A cultura e os valores - Paixão, Fé, Empenho, Iniciativa, Coragem, Mudança, Felicidade - são essenciais, mas se seguirmos a lição de Peter sabemos que promoções sucessivas de recursos que venham de baixo fazem, a dada altura, sobressair a incompetência. A formação terá de ser diária on job e reforçada por programas de especialização.

Quem já é dos Nossos está melhor colocado para tomar conta do destino do Grupo.

Popularidade

Concursos de popularidade nunca foram um objectivo meu. Não me preocupei em ser popular quando era jornalista, não me preocupo agora enquanto gestor. A Ana e a Raquel são testemunhas disso há mais de oito anos. "Quando toda a gente está a gostar de mim, desconfio. É sinal que não estou a tomar decisões em número suficiente", disse-lhes vezes sem conta.

Decidir, optar por A em detrimento de B, avançar seguindo um rumo, deixando, se necessário, outros pelo caminho tem esse trade-off, de não agradarmos a todos.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Peneiras

Na comunicação, tal como em qualquer sector, os recursos são finitos, entre os quais os humanos. Por esta altura, não existem, no mercado, consultores experientes em quantidade e qualidade suficientes. É preciso formar mais, a começar por quem sai da faculdade.

Aqui, as consultoras líderes de mercado, e eventualmente todas as outras, podem ter um papel muito importante na formação de recursos. Também a APECOM deverá servir de plataforma conjunta – mais cooperação? – para os associados suprirem as falhas dos currículos académicos. A este propósito farei uma exposição, primeiro em sede própria, na associação do sector, e mais tarde, neste blog.

Esta formação de recém-licenciados que as consultoras podem puxar para si apresenta várias vantagens.

- Aumenta o número de consultores experientes com qualidade no mercado. Leva o seu tempo, e nem todos servirão. Os desafios colocados em cada função e a cada momento servirão de malha para peneirar os melhores. Mas no final com um enfoque contínuo na formação dos recém-licenciados, teremos melhores consultores com experiência no futuro. Da quantidade organizada descobre-se a qualidade.

- Potencial. Permite por esta via de recrutamento, descobrir pessoas de elevado potencial. Juntamente com formação, interna e externa, poderemos ter desde cedo, aqueles que serão os mais capazes do mercado, na nossa empresa.

- Aculturação. Dou muito valor a este factor. A pessoa estar integrada num ambiente que lhe é familiar, onde se sente bem, permite-lhe explorar melhor o seu potencial. Ora, a virgindade de quem sai da faculdade é um facilitador deste processo.

- Moldar o mercado. Formando e aculturando pessoas, algumas das quais seguirão carreira na empresa, outras procurarão oportunidades na concorrência ou no cliente, espalhará o nosso know-how e o how-to-do pelo mercado. Aí chegados - os consultores -, homogeneizará e aproximará os métodos dos clientes aos das empresas de consultoria.

- Potenciais clientes. Muitos dos que passarem por cada uma das agências ficarão umbilicalmente ligados à primeira experiência de trabalho. Quando no cliente, terão no top-of-mind o nome dessa consultora para eventual contratação.

Dada a escassez de recursos e as vantagens associadas ao recrutamento de recém-licenciados, o nosso Grupo seguirá recebendo e formando mais candidatos. O nosso maior sucesso será o de conseguir que alguns se tornem directores do Grupo.