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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Lá vai Marcelino

Pois é. O Diário de Notícias ainda não tem números de acordo com a sua história, mas vendas e audiências estão na rota certa e em boa velocidade.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Palavra de semi-deus

"Não sei para onde vou. Mas vou à frente"

Seth Godin, in Visão

quinta-feira, 10 de abril de 2008

A paixão da História

A “Meios e Publicidade” foi a primeira a anunciar a criação da Visão/História.
Foi a primeira coisa que li nessa manhã. Mas fiquei com as expectativas frustradas.
Sou consumidor mensal certo de quatro revistas de história: A National Geographic História, a Clio, a Historia y Vida e La Aventura de la História. Todas espanholas e nada parecidas com a nossa “História” que sempre foi um projecto, desde o início, mais preocupado em ser académico do que para consumo de massas.
E ainda compro a “L`Histoire” e a “História”, brasileira.
Por isso, esperava que a Visão aparecesse com algo parecido com o que os nossos vizinhos fazem tão bem.
Afinal, nem a periodicidade é certa. Será pontual, quando se justificar. Os portugueses que gostam de história vão ter que continuar a desenvolver o castelhano.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Eu concorro com o Expresso

Parabéns! O jornal Sol completou ontem o primeiro ano de actividade.

O jornal de José António Saraiva não chegou "a líder de vendas no prazo máximo de um ano", não ultrapassou as receitas publiciátias previstas e os custos foram superiores aos inscritos no plano de negócio inicial, tendo inclusive obrigado a uma pequena reorganização antes do Verão. Também não lidera a opinião, nem é o melhor produto editorial que temos semanalmente. Será, porventura, o quarto melhor, o que combina com as suas vendas, atrás de Expresso, Visão e Sábado.

Mas o Sol trouxe concorrência ao monopolista Expresso, que logo respondeu com uma alteração gráfica muito bem executada, além de DVD a rodos para todos, o que é sempre de louvar para o consumidor. E o semanário tem pontos positivos. Desde logo o número de vendas, que estabilizou acima dos 50 mil, sem dúvida um bom número; depois a equipa de jornalistas conta com alguns consagrados de qualidade e outras surpresas (destaco o trabalho de José Fialho Gouveia, a revelar-se um grande crítico de televisão); e os opinion leaders são bons (gosto do Saraiva e do Lima; a destoar Marcelo Rebelo de Sousa, pelo formato escolhido).

Quanto a cadernos, o principal não deslumbra, o de Economia precisa de notícias, a Tabu é o mais feliz e o Essencial cumpre.

Com mudança de estrutura accionista marcada para breve, a entrada de um grupo editorial forte trará mais do que apenas capital. Pujança financeira é sempre bem vinda, mas José António Saraiva e a sua equipa de fundadores precisam de gestão e sinergias editoriais para vender mais. Se conseguir esse parceiro, talvez um dia Saraiva deixe de precisar de invocar a concorrência para posicionar o seu jornal.