segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Bengalada

Mulher condenada a seis bengaladas. Ler no Público.

sábado, 22 de agosto de 2009

- E hoje, o que vai ser senhor doutor?

Por Andreia Garcia*

Intitulam-se de especialistas mas nem sempre o são. Uma simples consulta de rotina, ao jeito de clínica geral, e algumas questões mais redundantes, são o suficiente para os decifrar.

- Mas... a receita hoje é a mesma?! Acho que já a aviei da última vez, senhor doutor!

Uma dose de criatividade, algumas ideias megalómanas e um orçamento de fugir à vista.

- Mas, e senhor doutor, não quer ouvir as minhas queixas desta vez?

Não vale a pena, a história é sempre a mesma.

- E é assim que funciona a comunicação pouco eficaz.

* Healthcare Coordinator
Grupo YoungNetwork

Três questões-chave…

Por Bernardo Alegra*

…que deve fazer antes de comunicar alguma coisa:

1. O conteúdo a comunicar é relevante para o seu público-alvo? Acrescenta valor? Se é mais do mesmo não se dê ao trabalho! Uma novidade tem de ser isso mesmo: novo e interessante.

2. Vai comunicar de uma forma única e memorável? Vai surpreender e deixar o seu contacto a salivar por mais? Sim, é verdade que muitas vezes basta usar os canais “tradicionais” tal como o seu concorrente, até porque o seu cliente está à espera que o faça. Mas você luta por estar tranquilamente entre iguais ou aspira ser “one in a million”?

3. Consegue criar empatia? Consegue criar uma relação em que dá, mas também recebe informação? Sabe ouvir o cliente e usar essa informação em seu proveito? As marcas intemporais estão umbilicalmente ligadas aos seus clientes: de ontem, de hoje e de amanhã! As que não estão…morrem!

*Director
YoungAd

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Giraça

Judite de Sousa tem perguntas engraçadas para fazer a Manuela Ferreira Leite. Ler conselhos acertados de Ricardo Belo Morais no Marginante.

Laurinda Alves

Laurinda Alves anda a fazer o I "sozinha". Ah grande mulher!

Boa opinião e melhores entrevistas.

Integridade, inteligência e energia

A ler Warren Buffet aprendo (ou não chego a saber se é aprendizagem ou se é arrumar melhor algum raciocínio que já tinha) que nos recursos que trabalham connosco é fundamental reunir estas três características: integridade, inteligência e energia.

Se tivermos pessoas com valores, de carácter, e que aliem inteligência cognitiva e emocional, mais vontade e capacidade de fazer acontecer, então temos o recurso perfeito nas empresas.

Se tivermos um gráfico de dupla entrada, onde no eixo dos XX temos a integridade, e nos YY temos a inteligência (não coloco aqui um terceiro eixo, o dos ZZ, com a variável energia, para simplificar e também nunca achei claro analisar gráficos de três dimensões), sabemos que as pessoas que nos interessam estão no quadrado que junta o máximo de integridade, com o máximo de inteligência.

Mas, ao contrário do que se possa pensar, no canto oposto, no quadrado que junta pessoas sem integridade e sem inteligência não estão as pessoas que menos nos interessam. Os colaboradores perigosos para as empresas são os que juntam inteligência com falta de integridade.

Felizmente no Grupo YoungNetwork ainda nunca tivémos destes.

Eles "andem" aí

Há pessoas que saíram e que continuam a ser dos Nossos. Há pessoas que saíram porque nunca o foram.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

"Bandido bom é bandido morto"

Vale tudo por uma boa audiência.

Insultos pelo Twitter para evitar chatices

Ler sobre a troca de palavras de Liam e Noel aqui.

Assim Não… Assim Sim…

Por Bruno Cardoso*

Para compreender um pouco melhor as medidas que devem ser tomadas para o combate à crise será importante em primeiro lugar lembrar duas definições muito relevantes e discutidas nos últimos tempos.

O Deficit Orçamental - é a diferença entre as receitas e as despesas num dado período de tempo (quando essa diferença é negativa; se for positiva falamos de superavit).

A Dívida Pública - é o total da dívida que os Estados têm para com terceiros.

Estes dois conceitos estão naturalmente relacionados. De forma simplista, se aumentarmos o Deficit, a Dívida Pública sofrerá também um aumento para conseguir “pagar” o Deficit criado, passando para o futuro o ónus dos custos de combate à crise.

Com estas definições, o que pretendo é tornar clara a minha preocupação sobre a forma como se estão a criar mecanismos de saída da actual crise.

Das várias possibilidades que se podem apresentar, a que mais dúvidas me traz neste momento é a criação de grandes investimentos em novas infra-estruturas sem a demonstração clara que esses mesmos investimentos se revelarão no futuro criadores de melhor competitividade nacional.

Assim Não…, a única coisa que conseguimos com estas medidas é aumentar a Dívida Pública sem garantir às gerações futuras a capacidade de a pagar.

O que eu defendo é que se criem mecanismos para apoiar as PME’s, mas não a qualquer custo, temos que mentalizar os empresários para que aproveitem os recursos com dois objectivos principais:

Em primeiro lugar, aumentar a competitividade presente com medidas como a formação, o aumento de produtividade dos seus activos, ou mesmo controlando custos (para estancar, se necessário for, o prejuízo presente, viabilizando a empresa).

Em segundo lugar, aproveitar as medidas que estão a ser tomadas para apoiar as PME’s e utilizando estes recursos para investir em novos sectores/produtos/mercados, que tenham potencial de rentabilidade a médio longo prazo, aproveitando para diversificar também o risco da actividade.

Assim Sim…, desta forma conseguimos garantir que no futuro seremos mais fortes, mais competitivos e utopicamente, se todos os empresários portugueses pensarem assim, faremos de Portugal um país mais competitivo e mais produtivo.

*CFO
Grupo YoungNetwork

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Ministro das Finanças de PSL não vale nas urnas

Bem dito. Numa das suas fraquezas comunicacionais, Santana Lopes aplica a expressão "ministro das finanças" para explicar que consigo haverá rigor nas contas. Pena que Gonçalo Reis não valha nas urnas, aquilo que vale na gestão financeira. É um nome que diz muito a uma pequena audiência e diz pouco às massas.

O ex-Primeiro-Ministro precisava de outro trunfo mediático, um tal de Bagão Félix, por exemplo.

Ainda assim, vale a pena "puxar" por Gonçalo Reis no discurso de campanha.

Antecipar a acção por detrás das câmaras

Por Eva Mota*

Quando se aproxima um grande evento mediático a pressão do tempo é como uma ampulheta gigante sobre as nossas cabeças, lembrando-nos constantemente que tudo tem que ser revisto ao pormenor. Todas as situações têm que ser previstas, todos os passos são pensados e, caso surjam imprevistos, a resposta tem que ser imediata.

Os grandes eventos mediáticos, com transmissão televisiva em directo, ganham uma dimensão e uma exigência ainda maior. Mesmo por detrás das câmaras a pressão é constante e são estes eventos que nos fazem crescer enquanto consultores de comunicação, que nos mostram realmente que a paixão que sentimos pela nossa profissão compensa e é recompensada.

O grande desafio para um consultor/a de comunicação na organização e gestão de um grande evento mediático é a antecipação: antecipar quais serão as necessidades de informação dos jornalistas antes, durante e depois do evento; antecipar a coordenação da equipa in loco; antecipar a gestão de todos os intervenientes na organização do evento; antecipar de que forma serão geridos os diferentes Media no local no evento.

Cada evento tem a sua tipologia e consoante a sua natureza é necessário detectar as diferentes necessidades dos Media. Cada órgão de comunicação social necessita de informação diferente em relação ao mesmo evento, os interlocutores diferem consoante o segmento, a gestão dos timings no local tem que ser prevista. É necessário que a equipa tenha a capacidade de responder a todos os jornalistas, no mesmo momento e no mesmo espaço. Mais uma vez “antecipar” é a palavra de ordem e preparar o espaço e os diferentes interlocutores uma vantagem fulcral. As Relações Públicas e a Consultoria de Comunicação fundem-se, dissipam-se uma na outra neste tipo de eventos e um consultor/a com valências nos vários campos da comunicação está mais preparado para enfrentar qualquer tipo de situação antes, durante e depois do evento.

A crise económica marcou o seu espaço até no que respeita ao trabalho jornalístico: os jornalistas têm menos tempo; as redacções estão mais reduzidas; a disponibilidade para sair das redacções é cada vez menor. É por isso que a criação de valor e o sentido de oportunidade são um trunfo. Se soubermos “vender” o nosso evento, a presença dos Media é garantida. Gerar “buzz” em torno da acção, reforçar a sua dimensão e a sua importância junto dos Media são factores chave para o sucesso do evento. Gerir as expectativas do cliente na realização de grandes eventos mediáticos depende de usarmos todos os trunfos que temos a nosso favor.

Antecipe-se e seja a fonte que os jornalistas esperam que seja. Antecipe-se e corresponda às expectativas do seu cliente. Antecipe-se e torne o seu evento memorável!

* Consultant
Grupo YoungNetwork

And now for something completely different

Por Bernardo Alegra*

Esta frase imortalizada pelos Monthy Python é referência para muito do humor que se faz desde os anos 80.
Também o devia ser para os marketeers e comunicadores em geral.
Muitas das pessoas ligadas ao marketing e comunicação estão formatadas para trabalhar dentro de um determinado registo e por segurança, incapacidade, ou ambas, dificilmente experimentam novas formas de comunicar com o seu público-alvo. Como consequência repetem o mesmo formato de comunicação vezes sem conta porque, segundo eles, resulta. Até pode ser verdade, muitas formas de comunicação resultam durante muito tempo. Mas será que não haverá outras que resultem melhor? Será que com a repetição de formatos gastos conseguem a essencial diferenciação face à concorrência? E estes formatos acompanham as novas tendências do mercado? Se tem dúvidas experimente reservar uma pequena fatia do seu budget anual para novas formas de comunicar. Se der errado o prejuízo é pequeno e pode sempre voltar para o seu porto seguro. Se der certo vai brilhar com os seus shareholders e sobretudo com os seus clientes. Ah, e no ano seguinte reserve uma fatia um bocadinho maior.

*Director
YoungAd