Na terça-feira, fiz doze anos a trabalhar em comunicação política, em diferentes áreas. A primeira lição de liderança que aprendi, de uma líder e mulher excepcional, foi a seguinte: “o Rui está na sua vida profissional para ser competente, eficaz, profissional, não para fazer amigos. Esses, já os tem do banco da escola e da universidade. Se fizer mais, melhor, mas nunca se preocupe com isso”.
É isso que devemos reflectir: queremos ser recordados como?
O porreiro, bom homem, simpático, mas mole, que não evolui e não sai da cepa torta e de quem ninguém lembra de nada relevante. Ou o duro – quando é preciso -, difícil, de quem nos podemos queixar, mas que dizemos que é um profissional excelente e de que daqui a 20 anos ainda nos lembramos por ter aprendido algo com ele?
Se se identificam com o primeiro modelo, típico do nacional porreirismo, do “modestinho”, ciumento, invejoso e que espalha as suas medíocres lamúrias pelos cantos obscuros de qualquer empresa, em vez de estar à procura de melhorar todos os dias, o meu conselho é que mudem, porque ainda vão a tempo. Ou então é porque estão no local errado.
Eu, há muito, que já aprendi a segunda opção. Prefiro ser lembrado assim.
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quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Como queremos ser lembrados?
Publicada por
Anónimo
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11:35:00
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Etiquetas: como queremos ser lembrados?, do fundo da comunicação, Rui Calafate, youngnetwork
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