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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Quem é o chefe?

Sai mais uma micro tendência, por Mark Penn. Li há algum tempo o Microtrends: The Small Forces Behind Tomorrow's Big Changes, bíblia essencial para marketing político (e não só), assinada por este spin doctor de Bill Clinton, que subleva os dados, a estatística e a ciência contra o empirismo dos curiosos que grassam nesta disciplina.

É preciso filtrar as distâncias do mercado americano face a outros países, mas tiram-se muitos ensinamentos dos estudos de Penn.

Leitura recomendada do Wall Street Journal de hoje, sobre a micro-tendência (que o autor define como uma tendência com mais de dois milhões de seguidores) de haver hoje mais "bosses" nos Estados Unidos, fazendo depois, como habitual, algumas inferências sobre quais as consequências directas e indirectas deste novo facto.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Hillary sem Penn

Por causa de um problema da sua vida empresarial, incompatível com as ideias da candidata que aconselhava, Mark Penn deixou o comando da campanha de Hillary Clinton.
Os maus diriam que seria o regresso da velha máxima de que os ratos…
Não vejo dessa maneira, mas reconheço que Penn teve um estranho papel numa candidata com tudo para ganhar a nomeação democrata. Nomeadamente, em algo em que ele é especialista.
Mark Penn é um caçador de microtendências. Observa a paisagem social, com a perspectiva de encontrar antes dos outros algo que seja um “tsunami social”.
Como explicava há pouco tempo o “La Vanguardia”, «todo o acontecimento que hoje está a modelar o nosso mundo, começou em algum pátio traseiro, quem sabe mesmo à frente dos nossos narizes».
Penn não descortinou as microtendências que empurraram Obama para um movimento social que há décadas não se via nos EUA.
Um especialista em crise. Também acontece.